segunda-feira, 28 de setembro de 2009

SEGUNDA 28.09.09 boca no trombone


Iremos hoje tratar de um assunto de muito interesse, tanto para a Igreja de Jesus, como para todos os grupos humanos.


Este artigo trata do conceito psicológico de personalidade. Para outro conceito de fundo religioso, ver Personalidade (Shmuelin)

Personalidade é o conjunto de características psicológicas que determinam a individualidade pessoal e social de alguém. A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo.

Índice

[esconder]

[editar] Definição

O termo deriva do latim persona, com significado de máscara, designava a "personagem" representada pelos atores teatrais no palco[carece de fontes?]. Assim pode-se definir também personalidade por um conceito dinâmico que descreve o crescimento e o desenvolvimento de todo sistema psicológico de um indivíduo, outra definição seria: a organização dinâmica interna daqueles sistemas psicológicos do indivíduo que determinam o seu ajuste individual ao ambiente. Mais claramente, pode-se dizer que é a soma total de como o indivíduo interage e reage em relação aos demais. A seguinte definição leva essas características em conta: "Personalidade é uma organização interna e dinâmica dos sistemas psicofísicos que criam os padrões de comportar-se, de pensar e de sentir característicos de uma pessoa"[1] Esta definição de trabalho salienta que personalidade:

  • é uma organização e não uma aglomerado de partes solta;
  • é dinâmica e não algo pronto;
  • é um conceito psicológico mas intimamente relacionado com o corpo e seus processos;
  • é uma força ativa que ajuda a determinar o relacionamento da pessoa com o mundo que a cerca;
  • mostra-se em padrões, isto é, através de características recorrentes e consistentes
  • expressa-se de diferentes maneiras - comportamento, pensamento e emoções[2].

[editar] Temas ligados à personalidade

[editar] Forma física e personalidade

A relação entre forma física e personalidade estimula a imaginação de filósofos e pensadores desde a antiguidade. Kretschemr propôs nos anos 20 do século XX uma classificação dos tipos físicos que, supunha ele, estavam relacionados com diferentes transtornos mentais, posteriormente com diferentes temperamentos. Ele classifica três tipo físicos (Asendorf, 2004; Dalgalarrondo, 2000):

  1. Tipo longilíneo ou leptossômico, de corpos delgados, ombros estreitos, peito aplainado, rosto alargado e estreito, membros longos e delgados. Teria uma maior tendência para a esquizofrenia e um temperamento mais sensível;
  1. Tipo atlético ou muscular, de sistema ósseo e muscular desenvolvidos, ombros largos, cadeiras estreitas e pescoço grosso. Teria tendência para a epilepsia e um temperamento intermediário entre os outros dois;
  1. Tipo brevelíneo ou pícnico, de rosto arredondado, abdome saliente, membros curtos. Tenderia à ciclotimia e a um temperamento mais tranquilo.

A relação correlativa entre essas características foi inicialmente empiricamente comprovada. Análises posteriores mais exatas, que levavam em conta outras variáveis - como a idade - e usavam métodos mais objetivos, acabaram por derrubar a teoria de Kretschmer (Asendorpf, 2004).

No entanto a possibilidade de haver uma real relação entre forma física e características psicológicas não é improvável, mas não de maneira direta, como pensava Kretschmer. A forma física pode, (1) através de um processo de autopercepção, ser considerada positiva ou negativa e, assim, influenciar a autoestima, influenciando assim os traços de comportamento; pode ainda (2) influenciada pela percepção que a pessoa tem de si, influenciar os motivos e interesses da pessoa, influenciando assim também as tendências de comportamento da pessoa. No entanto não apenas a autopercepção pode influenciar a autoestima e os interesses de alguém; o juízo de outras pessoas e a reação destas desempenham também um importante papel nesse processo, de forma que as características de comportamento estáveis (assim a personalidade) são influenciadas indiretamente e de quatro maneiras diferentes pela forma física (Asendorpf, 2004).


[editar] Distúrbios

A personalidade pode ter certos distúrbios que se caracterizam fundamentalmente por vários sintomas que podem ser detectados em conjunto ou individualmente.

Alguns exemplos de alguns sintomas de distúrbios / transtornos da personalidade:

  • falta de socialização;
  • emocionalmente frio;
  • deformidade de caráter; o indivíduo não observa as suas obrigações em relação a outros, a grupos, a convenções sociais;
  • intolerância a frustrações;
  • imediatista, incapacidade de esperar;
  • agressividade;
  • impulsividade;
  • tendências compulsivas;
  • egoísmo;
  • dramatismo;
  • busca constante por atenção e elogios;
  • vaidade; preocupação excessiva com a aparência;
  • exageros e sensibilidade emocional;
  • manipulações;
  • inconstância e baixa persistência;
  • falta de autocensura;
  • superioridade excessiva;
  • incapacidade de aprender com base em seus próprios erros;
  • desconfiança em excesso para com os outros;
  • ciúmes doentio;
  • irresponsabilidade;
  • discórdia intrafamiliar e relacionamentos caóticos;
  • instabilidade de humor, de auto-estima, relações interpessoais, comportamentos, metas, objetivos, gostos e opiniões;
  • raiva constante;
  • pensamento extremo (cisão, separação de pessoas por ótimas ou péssimas)
  • freqüentes atos impulsivos e autolesivos;
  • ira descontrolada;
  • medo de estar só; medo excessivo de ser abandonado, rejeitado;
  • sensação de tédio e ameaça de suicídio, entre outros tantos sistematizados.

[editar] Máscara

Todas as pessoas têm sua personalidade, ela é delimitadora de sua relação com seus iguais e a máscara que todos usam, nas suas relações interpessoais.

A humanidade, muitas vezes, pode ser enxergada como protagonista de uma peça de teatro onde cada um desempenha um papel imposto pelo grupo. À semelhança do teatro, quanto mais perfeito é o desempenho do indivíduo, mais aplauso receberá da platéia, esta, basicamente, formada pelos elementos circundantes.

Pode-se definir que o aplauso é o alimento do ego e, em busca daquele, os indivíduos permitem-se a pequenas variações em seus papéis decorrentes daquilo que julgam adequado para agradar aos espectadores.

Quando o personagem não é compreendido pelo grupo circundante procedendo no exagero nas variações das máscaras utilizadas para o seu aperfeiçoamento, ou o medo em usá-las para realizar o seu papel na sua plenitude, pode levar a desajustes que são denominados modernamente de neurose.

O temor de não ser aprovado pela sociedade leva a uma rigidez na mudança das máscaras, ou seja, o temor da vaia cria o sentimento de timidez. Em contrapartida, a carência de aplausos leva o indivíduo à busca desenfreada de destaque especial ao papel perante a platéia.

As máscaras, na verdade são defesas, cuja finalidade principal, é proteger o indivíduo do meio circundante. Na psicologia social e na sociologia, a individualidade (e suas máscaras) perde parte de sua importância quando se trata da análise da ação do grupo como um todo. A somatória das máscaras individuais, gera uma defesa grupal, onde não se reconhece o ser isolado e sim, a reação do grupo.


[editar] Influência dos pais

Desde os primeiros estudos de Sigmund Freud, e até antes deles os pais são tidos como os agentes mais importantes na criação de uma pessoa. São os primeiros a conter o que há de animal em nós, nos ensinando a controlar desejos em nome de regras morais, castigos e conveções da civilização. Com essas premissa, Freud foi, ao lado de Darwin, um dos grandes pensadores do século 19 a abalar a idéia de Deus, mostrando que as noções de pecado e culpa são transmitidas pelos pais e podem ser a causa de varios dos nossos problemas. Do conflito entre os nossos desejos e culpas sairiam traços de personalidade (como a timidez e a vergonha), recalques inconscientes e fraquezas que nos acompanham vida afora. Freud vai mais longe: para ele, o jeito com que meninos e meninas lidam com a figura do pai e da mãe é essencial para definir a sexualidade da pessoa.

Mas as idéias do autríaco fomentaram tantas generalizações grosseiras e técnicas furadas de educação que hoje, fora dos círculos de psicanalistas, estão cada vez mais desacreditadas e o pai da psicanálise é considerado mais um filósofo que propriamente um cientísta. O que não quer dizer que ele deva ser descartado.

Até o ponto que a genética permite, um bebê recém-nascido é como um molde de argila flexível. O que ele aprende, ver, ouvi, sentir será armazenado no cérebro e irá compor a maneira como agirá no futuro. Ao nascer, vai demorar meses até conceber idéias básicas, como a de ser distinto das coisas ao redor. Aos poucos, porem, vai se dar conta de que consegue mover algumas dessas coisas e que outros seres fazem o mesmo. Assim a partir do outro, o bebê começa a ter noção de eu, de que é um indivíduo.

Conforme interage com os adultos, a criança se molda ao mundo em que nasceu. Se os adultos ao redor forem lobos ou cavalos, passará a vida toda uivando ou relinchando e bebendo água com a língua, como aconteceu com Victor de Aveyron, ou as garotas indianas Amala e Kamala.

E os "outros " mais importantes dos primeiros anos são os pais. Com eles exercitamos uma das nossas grandes capacidades inatas: a de imitar. Os pais servem de referência para estabelecermos padrões de sentimentos e atitudes.

Prova disso é um estudo citado no livro Freaknomics, de Steven Levitt e Stephen Dubnere, realizado no ano de 1991 com 20 mil crianças americanas até a 5ª série. O estudo tentou relacionar o desenvolvimento escolar das crianças com o perfil dos pais e a convivência de todos em casa. Descobriu que as boas notas não estão relacionadas àquilo que os pais fazem, mas ao que eles são: se têm o hábito de ler para si próprios, se têm livros em casa e se são bem instruídos.

  1. "Personality is a dynamic organization, inside the person, of psychophysical systems that create the person's characteristic patterns of behavior, thoughts and feelings". Carver & Scheier (2000), p.5
  2. Carver & Scheier (2000)

[editar] Bibliografia

  • Asendorpf, Jens B. (2004). Psychologie der Persönlichkeit. Berlin: Springer. ISBN 3 540 66230 8
  • Carver, Charles S. & Scheier, Michael F. (2000). Perspectives on personality. Boston: Allyn and Bacon. ISBN 0 2055 2262 9
  • Dalgalarrondo, Paulo (2000). Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes médicas. ISBN 85-7307-595-3


SEGUNDA 28.09.09 A IGRJA


Igreja (do grego εκκλησία [ekklesia] e latim ecclesia) é uma instituição religiosa cristã separada do Estado. Cabe a igreja administrar o dinheiro do dízimo, construir templos, ordenar sacerdotes e muitas vezes mantê-los e repassar para seus crentes sua interpretação da Bíblia. Igreja também pode signifcar um templo cristão, por exemplo, a "Igreja de São Pedro" (refere-se ao templo dedicado à São Pedro).

Igreja é uma palavra de origem grega escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega da Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os judeus para designar a assembleia geral do "povo do deserto", reunida ao apelo de Moisés.

Índice

[esconder]

[editar] Definição segundo a Bíblia

No contexto bíblico, o termo igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associado a uma edificação ou a uma doutrina específica.

Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.

No texto bíblico, no "Novo Testamento", a palavra Igreja aparece por diversas vezes, sendo utilizada como referência a um agrupamento de cristãos e não a edificações ou templos, nem mesmo a toda comunidade cristã em alguns momentos.

No Evangelho de Mateus, capítulo 18, versículos 15 a 17, encontramos as seguintes palavras de Jesus:

"Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão; mas se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda palavra seja confirmada. Se recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano.", na qual a Igreja se refere ao grupo de cristãos a que pertençam tais irmãos.

Na Sagrada Escritura encontramos muitas imagens que mostram aspectos complementares do mistério da Igreja. O Antigo Testamento privilegia imagens ligadas ao povo de Deus; o Novo Testamento, a Cristo como Cabeça desse povo, que é o seu Corpo e tiradas da vida pastoral (aprisco, rebanho, ovelhas), agrícola (campo, oliveira, vinha), de moradia (morada, pedra, templo), familiar (esposa, mãe, família).

A palavra Igreja aparece no Novo Testamento pela 1ª vez no livro de Mateus (C.16, V.18), quando Jesus Cristo afirma que edificaria sua Igreja e que as portas do Inferno nunca prevaleceriam sobre ela: "18 Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela". Também pode significar "povo que se organiza". A expressão "Igreja" (com I maiúsculo), se refere à Igreja Universal como um todo, "igreja" (com i minúsculo) se refere às comunidades de fé locais[1], essa distinção deve ser feita especialmente na Igreja Primitiva, quando existia total unidade entre os cristãos como uma única Igreja Universal (Católica), mais para se referir às comunidades cristãs locais se usa também o termo "igreja", como por exemplos as igrejas de Jerusalém, Roma e etc.

[editar] Definição da Igreja Católica


Jesus entrega as chaves do Reino de Deus à Igreja, que é liderada pelo Apóstolo São Pedro [2] e, consequentemente, a todos os Papas e bispos, que são os sucessores dos doze Apóstolos [3].

A Igreja é "o povo que Deus convoca e reúne de todos os confins da Terra, para constituir a assembleia daqueles que, pela fé e pelo Baptismo, se tornam filhos de Deus, membros de Cristo e templo do Espírito Santo" [4]. Os católicos acreditam que a única Igreja fundada e encabeçada por Jesus Cristo [5], "como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele" [6]. Segundo a Tradição católica, a Igreja está alicerçada sobre o Apóstolo Pedro, a quem Cristo prometeu o Primado, ao afirmar que "sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" e que "dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus" (cf. Mt 16, 17-20) [2].

A Igreja de Cristo é a detentora na plenitude dos sete sacramentos e dos outros meios necessários para a salvação, dados por Jesus à Igreja. Tudo isto para reunir, santificar, purificar e salvar toda a humanidade e para antecipar a realização do Reino de Deus, cujo semente é necessariamente a Igreja [7] (para mais informações, veja a secção Salvação e Santidade). Por esta razão, a Igreja, guiada e protegida pelo Espírito Santo, insiste na sua missão de anunciar o Evangelho a todo o mundo, sendo aliás ordenada pelo próprio Cristo: "ide e ensinai todas as nações, baptizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19) [8]. A Igreja, mediante os sacramentos do Baptismo e da Reconciliação, tem também a missão e o poder de perdoar os pecados, porque o próprio Cristo lho conferiu" [9].

No Credo Niceno-Constantinopolitano, é atribuída à Igreja as propriedades de <<una, santa, católica e apostólica>> [10]. Além disto, ela é também chamada de <<Esposa de Cristo>> [11], <<Templo do Espírito Santo>> [12] e <<Corpo de Cristo>>, sendo este último revestido de um significado importante e mais especial para a Igreja. Este último nome assenta na crença de que a Igreja não é apenas uma simples instituição, mas um corpo místico constituído por Jesus, que é a Cabeça, e pelos fiéis, que são membros deste corpo inquebrável, através da fé e do sacramento do Baptismo. Este nome é assente também na crença de que os fiéis são unidos intimamente a Cristo, por meio do Espírito Santo, sobretudo no sacramento da Eucaristia [13][14].

[editar] Definição na Arquitetura


Igreja no bairro Carmo, em Belo Horizonte.

[editar] Estilos de igreja

[editar] Igreja como instituição

[editar] Ver também





terça-feira, 22 de setembro de 2009

TERÇA 22.09.09 QUE DIZER DO TERMO PROFETA



Estamos nos dias atuais, pansando por um momento muito delicado, quando se diz respeito ao TERMO e PESSOA DO PROFETA.

Alguns acabam se confundindo a esses termos e fala de que não conhece e até diz ou profetisa o que Deus não mandou, quanto de nós jánão ouvimos dizer, (assim diz o Senhor) se que o Senhor tenha dito. Mais chamo a sua atenção para dizer que não vamos generalizar; Ao ponto de descrê no que verdadeiramente o Senhor diz.

Leia, pense e pondere, porque o caminho do sábio é para cima e do tolo é para baixo.

vejamos:

Profeta

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Profetas)
Inspiração profética: Os lábios de Isaías tocados pelo fogo, por Benjamin West
Ana e Simeão no Templo. Rembrandt van Rijn séc. XVII

Profeta no feminino profetisa (do grego: πρoφήτης, prophétes)[1] pode significar a pessoa que é capaz de predizer acontecimentos futuros (veja Divinação); ou ainda uma pessoa que fala por inspiração divina ou em nome de Deus. Aos falsos profetas aplicava-se a pena de morte, na Lei Moisaica.

O livro do Antigo Testamento, revela antes de serem comumente chamados profetas, tais pessoas eram chamados de videntes. (I Samuel 9:9) É um nome sugestivo que descrevia as pessoas a quem Deus revelava os acontecimentos futuros, por meios de sonhos, visões ou aparições de anjos. Eram escolhidos por Deus e tinham enorme autoridade religiosa e influência. Normalmente, eles eram tidos como conselheiros e instrutores da Lei de Deus.

A expressão "filhos dos profetas", designava todos aqueles que se tornavam discípulos e ministros ajudantes (ou seja, servidores) dos profetas do Antigo Testamento.

A expressão "os Profetas", pode referir o conjunto de livros (Neviim) escritos pelos profetas.

O profeta é uma figura chave em muitas religiões: judaísmo, cristianismo, islamismo, fé bahá'í e outras.

Índice

[esconder]

[editar] Profeta no Judaísmo e no Cristianismo

Para o judaísmo e para o cristianismo, há vários profetas, conforme o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Ser profeta no cristianismo é ser aquele que fala por Deus

[editar] Profetas da Bíblia

Os Profetas do Antigo Testamento são classificados como Profetas Maiores e Profetas Menores; esta classificação se refere apenas ao tamanho dos livros associados aos Profetas Maiores, que são maiores. Além disso, existem também Profetas aos quais não está associado um livro, como Elias ou Eliseu.

[editar] Profetas Maiores

Uma observação é que no livro de Gênesis o Patriarca Abraão é denominado de Profeta veja: "Agora, pois, restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é, e rogará por ti, para que vivas; porém se não lha restituíres, sabe que certamente morrerás,tu e tudo o que é teu." (Gênesis 20 : 7)

[editar] Profetas Menores

[editar] Profetas do Novo Testamento

[editar] Profeta no Islão

O islamismo possui raizes judaico-cristãs, compartilha a fé em varios profetas, desde Adão, passando por Abrãao, até Jesus e Maomé, todos divulgaram revelações ou inscrições da palavra de Deus a os seres humanos, o ultimo, o selo dos varios profetas foi Maomé.

[editar] Profetas na Fé Bahá'í

A Fé Bahá'í considera duas classes de Profetas: os independentes, com seguidores, e os dependentes, seguindo os primeiros. Os independentes, de acordo com os escritos Bahá'ís, são os Fundadores das grandes religiões mundiais conhecidas, como Krishna, Abraão, Moisés, Buda, Zoroastro, Cristo, Maomé, O Báb e Bahá'u'lláh. Os profetas dependentes, segundo 'Abdu'l-Bahá, filho de Bahá'u'lláh:

"..seguem e dão-lhes seu apoio, pois são apenas ramos, não tendo independência, recebem a Graça dos Profetas universais. Assemelham-se à lua, que não é luminosa e radiante por si mesma, mas recebe do sol a sua luz."

Possuem como missão espalhar a Fé de Deus à humanidade. Entre eles encontram-se várias figuras Bíblicas como Isaías, Daniel, João Batista, e assim por diante, adicionando também os Profetas do Islão, como também da própria religião Bahá'í.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SEXTA DIA 21-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 08 - A Nossa Eterna Salvação


Leitura Bíblica em Classe
1 João 3.1-5;Romanos 8.14-17


A palavra salvação significa, em primeiro lugar, ser tirado de um perigo, livrar-se, escapar. A Bíblia fala de salvação como a libertação do tremendo perigo de uma vida sem Deus ( At 26.18; Cl 1.13). Tradução da palavra grega soterion, tem a significação de “tornar ao estado perfeito” ou “restaurar o que a queda causou”. A salvação desfaz, assim, as obras do Diabo (1 Jo 3.8)

A Salvação preparada para o mundo perdido nasceu no coração amoroso de Deus. Por isso, a multidão salva, vestida de vestes brancas, cantará nos céus: “Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono” ( Ap 7.10).

No dia da queda do homem, Deus prometeu enviar um Salvador. Ele disse a respeito da semente da mulher: “Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher ( Gl 4.4). A promessa cumpriu-se literalmente, sendo uma expressão do amor divino: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito” (Jo 3.16).

Jesus é o único meio da salvação, Ele foi chamado desde o seu nascimento, de “Salvador” (Lc 2.11), porque Ele veio para salvar (Mt 1.21).

Jesus ganhou a salvação por sua morte na cruz, “havendo por Ele feito a paz pelo sangue da sua cruz” ( Cl 1.20). “E, pela cruz, reconciliar ambos com Deus” (Ef 2.16). Pois que “pelo sangue de Cristo chegaste perto” (Ef 2.13). A “rude cruz se erigiu” e a sua mensagem se tornou eterna.

Deus predestinou, por antecipação, o plano da nossa salvação, isto é, o meio pelo qual devemos ser salvos. Em Efésios 1.5, está escrito: “Nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo”, isto é, Jesus foi dado como o sacrifício pela expiação dos nossos pecados desde a eternidade. Assim a Bíblia diz que Jesus foi morto desde a fundação do mundo ( Ap 13.8) e que Cristo, como cordeiro imaculado e incontaminado, foi conhecido antes da fundação do mundo (1 Pe 1.20).

Deus “nos predestinou para filhos de adoção” (Ef 1.5). Aqui observamos a finalidade da nossa salvação por Jesus – Deus predestinou que os pecadores fossem, por Jesus, feitos filhos da adoção. Quem adota uma criança, atribui-lhe o direito de um filho próprio, e legitima-o para desfrutar desses direitos.


A Bíblia diz que “Somos, logo, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo” (Rm 8.17).

Para ser salvo importa somente vir a Jesus, aceitando-o como o seu Salvador (Jo 1.12,13; Cl 2.6) e recebendo a sua Palavra como uma parte dEle mesmo (1 Ts 1.6; 2.13; 1 Tm 1.15). Assim o homem se identifica com Jesus e com a sua Palavra! “Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” ( 2 Co 5.17). Essa aceitação de Jesus independe de um amplo conhecimento das doutrinas da Bíblia. Aquele que sinceramente crer que Jesus é o Filho de Deus e o aceitar experimenta logo o contato com Cristo Vivo, e é salvo e identificado com a nova vida (At 8.37;16.31).

A salvação é um dom de Deus (Ef 2.8; Rm 6.23) dado por sua graça (Rm 5.15). Não vem pelas obras. O Espírito Santo (Jo 16.8,9) e a Palavra de Deus (Rm 10.8,14-17) operam o despertamento no homem, fazendo a sua vontade buscar e aceitar a salvação. “Crer em Jesus” e “ receber a salvação” são expressões sinônimas ( Jo 1.12,13). A fé salvadora se expressa pela oração a Deus em nome de Jesus. “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” ( At 2.21). “Com a boca se faz confissão para a salvação” ( Rm 10.10). No momento em que a pessoa se entrega a Jesus, com a sua boca começa a confessar sua alegria e gratidão. A certeza de ser salvo se manifesta (Rm 10.9; Sl 51.12).

O testemunho do Espírito em nós, evidencia o recebimento da salvação! Já observamos que Deus envia o seu Espírito para testificar na alma daquele que se converteu (Gl 4.6). Quando Deus escreve nosso nome no Livro da Vida (Lc 10.20), Ele nos manda “o protocolo” pelo testemunho do Espírito Santo (Rm 8.16, 1 Jo 3.24; 4.13). Devemos tomar cuidado para que esse testemunho em nós jamais silencie (Ef.4.30). Extraído do livro Introdução àTeologia Sistemática de Eurico Bergstén, CPAD.




sábado, 15 de agosto de 2009

SÁBADO 15-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 07 - A Chegada do Anticristo

Leitura Bíblica em Classe
1 João 2. 18-26; 2 João 1.7

Introdução:

I. O espírito do Anticristo no mundo

II. A pessoa do Anticristo

III. Os Anticristos no mundo


Conclusão:

Palavras-chave:
Anticristo

Introdução

Professor, os leitores de 1 João, do primeiro século, viveram nos últimos dias, e nós também. Durante este período, os anticristos aparecerão. Finalmente, pouco antes do fim, um grande anticristo surgirá (Ap 13.19,20). Porém, não precisamos temer estas pessoas perversas. O Espírito Santo nos mostrará seus erros, e assim não seremos enganados. Contudo devemos ensinar a Palavra de Deus, clara e cuidadosamente, aos membros da Igreja do Senhor, especialmente aos mais fracos, de forma que não venham a ser presas para esses ensinadores que “vem”... vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7.15).


I. O espírito do Anticristo no mundo

• Professor, inicie o tópico explicando que o termo “anticristo” pode ser aplicado tanto ao indivíduo como ao sistema que ele representa.

• Curiosamente, a palavra “anticristo” (gr. antichristos) aparece apenas em 1 João 2. 18-22; 4.3 e 2 João 7. O apóstolo João usou-a no singular (“o Anticristo”) e no plural (“muitos anticristos”). João dá a entender que seus leitores haviam ouvido que o Anticristo viria no futuro. Então, ele os surpreende dizendo que muitos anticristos já tinham vindo. João descreve estes anticristos menores como mentirosos que negam que Jesus é o Cristo (2.22). Neste sentido, anticristo é qualquer falso mestre que nega a Pessoa e a obra de Jesus Cristo. Tais mestres são verdadeiramente anti (contrários a) Cristo.

Em 1 Jo 4.1-3, João nos alerta para provar os espíritos e para nos certificarmos de que estes realmente provêm de Deus. Ele nos adverte de que muitos falsos profetas (Gr. pseudo-profeta) “tem saído pelo mundo afora”. São pessoas que não reconhecem que Jesus vem de Deus. Dentro deste contexto, João anuncia que “o espírito do anticristo [...] já está no mundo”.


O Espírito do Anticristo

[...] podemos afirmar, sem medo de errar, que o espírito do Anticristo está em ação. Este espírito anticristão faz todo o possível para rejeitar, negar e questionar a verdade acerca de Jesus Cristo. Ele tem estado em atividade desde o século I d.C., opondo-se ferozmente contra a obra de Jesus na terra.

Os escritores da Bíblia certamente criam que o espírito do Anticristo estava vivo e ativo no primeiro século. Por esse motivo, não lhes causou surpresa a rejeição ao cristianismo, acompanhada de perseguição e até mesmo martírio. Eles estavam convencidos de que a guerra espiritual entre Cristo e o Anticristo já havia começado.

Muitas e remotas referências cristãs ao Anticristo estão presentes no Apocalipse de Pedro, no Didaqué, na Ascensão de Isaías e na epístola de Pseudo-Tito. Também vemos tais referências nos escritos de diversos pais da igreja, como Irineu, Jerônimo e Hipólito. Irineu, que estudou com Policarpo — que, por sua vez, fora discípulo do apóstolo João — , disse que o Anticristo viria como “um apóstata”, personificando a “apostasia satânica”.

Desde o início da era cristã, os crentes sempre estiveram convictos de que um governante mundial, a encarnação de Satanás, em algum momento surgiria. Apocalipse 12,13 apresenta uma “trindade profana” que reúne Satanás (corresponde ao Pai), o Anticristo (corresponde ao Filho) e o Falso Profeta (corresponde ao Espírito Santo). O verdadeiro poder por trás do Anticristo é, portanto, Satanás. O “pai da mentira” é a origem do engodo que condenará multidões ao juízo de Deus (2 Ts 2.11).

II. Os Anticristos no mundo

O espírito do Anticristo está vivo e em ação. Trata-se da expressão está vivo e em ação. Trata-se da expressão, inspirada por Satanás, de desrespeito e rebeldia contra Deus, contra as coisas de Deus e contra o povo de Deus. Tal espírito está vivo desde que Satanás rondou o jardim do Éden. Ele tem sido a força motriz por trás de toda terrível história da raça humana: guerras, assassinatos, assaltos, estupros, etc. Estas são as repugnantes expressões da natureza destrutiva do próprio grande enganador.

Os autores do Novo Testamento nos asseguram que o espírito do Anticristo já agia em sua época, isto há quase vinte séculos. Ele continuou ativo ao longo de toda a história da Igreja, expressando-se em perseguições, heresias, enganos espirituais, falsos profetas e falsas religiões. Satanás vem combatendo a Igreja a cada passo, esperando pelo momento certo para habitar a pessoa certa — o Anticristo — em sua derradeira obra-prima.


Entretanto, conjecturar-se se certas figuras da atualidade seriam ou não o Anticristo não leva a lugar nenhum. Apenas no século XX, vimos algumas especulações fantásticas e incorretas. Todas são visualizações do futuro a partir do presente. Cada um padece da mesma deficiência: são sempre tentativas incertas baseadas em uma perspectiva limitada. Tragicamente, tais pessoas que propõem datas e apontam possíveis Anticristos afirmam saber mais do que os próprios autores das Escrituras.

O apóstolo Paulo comenta a respeito disso em 2 Tessalonicenses 2.1-12, quando nos diz que o “Dia de Cristo” não virá “sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado”. Em seguida, ele declarará: “vós sabeis o que detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado” (v.6). Somente após o arrebatamento da Igreja, será revelada a identidade do Anticristo. Em outras palavras, você não quer saber quem ele é. Se algum dia você descobrir quem ele é, significa que foi deixado para trás!

A cada geração, Satanás precisa preparar um homem para ser sua maior realização. Não se surpreenda, portanto, com diversos candidatos aparecendo no horizonte da história humana apenas para desaparecerem logo adiante. Satanás precisa esperar o momento definido por Deus, de forma que ele está derrotado antes mesmo de iniciar seu ataque final. Ele continuará impelido de agir até que Deus retire o poder que o detém; a saber, o Espírito Santo que habita a Igreja. O Espírito, portanto, é o agente; a Igreja, o meio. Dessa forma, Deus retém o plano diabólico de Satanás até que o Pai nos chame para estar com Ele nos céus.

Nesse meio tempo, Satanás aguarda sua oportunidade de arruinar o mundo inteiro e o plano supremo de Deus. Ele pode ser um adversário derrotado, mas está decidido a lutar até o fim. Mesmo agora, segue em frenética atividade, buscando o homem correto para ser o Anticristo.


• O anticristo será o mais notável líder político que o mundo já conheceu. Ele aparentará ser o epítome da inteligência e do poder humano. Artuhur W. Pink escreve: “Satanás teve todas as oportunidades de estudar a natureza decaída do homem [...] O diabo sabe muito bem como deslumbrar as pessoas com a sedução do seu poder [...] sabe como satisfazer a sede de conhecimento [...] Podemos nos deleitar com músicas e deliciar nossos olhos com belezas arrebatadoras [...] sabe como exaltar as pessoas ao píncaro da glória e da fama, para, em seguida, usar esta fama contra Deus e seu povo” (Pink, p.77).

Veja a lista abaixo de características do Anticristo, tais quais estão relacionadas nas Escrituras:

1. Intelectualmente poderoso (Dn 7.20).

2. Orador impressivo (Dn 7.20).

3. Mestre político (Dn 11.21).

4. Possuidor de grandes habilidades comerciais (Dn 8.25).

5. Gênio militar (Dn 8.24).

6. Perito administrador (Ap 13.1,2).

7. Experto em religião (2 Ts 2.4).

Conclusão

Aquele que é chamado de antichristos (“anticristo”) se opõe a Cristo, enquanto que o pseudochristos (“falso Cristo”) afirma ser o próprio Cristo. A descrição bíblica mostra que ele é ambos. Inicialmente, ele se apresenta como o “salvador” da nação de Israel, firmando uma aliança para protegê-la (Dn 9.27). Dessa maneira, ele aparece ser o messias há muito aguardado. Na verdade, porém, ele se opõe a todas as profecias acerca do verdadeiro Messias.

• Professor, você pode reproduzir a tabela abaixo no quadr-de-giz. Explique aos seus alunos que o contraste entre Cristo e o Anticristo demonstram que ambos são completamente opostos.

CRISTO ANTICRISTO
A Verdade A mentira
O Santo O iníquo
Homem de dores Homem de pecados
Filho de Deus Filho e Satanás
Mistério de Deus Mistério da injustiça
Bom Pastor Pastor inútil
Exaltado nas Alturas Lançado no inferno
Humilha-se a si mesmo Exalta-se a si mesmo
Desprezado Admirado
Purifica o templo Profana o templo
Deu a vida pelas pessoas Mata as pessoas



Extraído de:

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

BOICE, James Montgomery. As Epístolas Paulinas de João. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 62-65.


sábado, 8 de agosto de 2009

SÁBADO 08-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 06 - O Sistema de Viver do Mundo



Leitura Bíblica em Classe
1 João 2. 15-19; João 15.18,19

Introdução:

I. O que é o mundo?

II. Como o cristão deve viver neste mundo


Conclusão:

Palavras-chave:
Mundo

Introdução

Professor, aqueles que almejam o alto padrão da vida cristã descrito por João não devem amar o mundo e o que no mundo há (v. 15). Fomos chamados a viver uma vida separada deste mundo, com objetivos infinitamente mais nobres que honram o nome do Altíssimo, que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz (1 Pe 2.9).


I.O que é o mundo?

• Professor, inicie o tópico fazendo a seguinte indagação: “O que é o mundo?” Explique aos alunos que “mundo é o sistema de vida que foi estabelecido pelo homem não regenerado debaixo da influência do mal”.

• A palavra grega Kosmos, quando usada no sentido teológico, diz respeito à ordem ou organização da sociedade humana como um sistema deformado pelo pecado, superficial, envolto num turbilhão de crenças, desejos e emoções. O mundo é antagônico a Deus (Cl 2.20; 1 Jo 2.16) e está sob o comando de Satanás (1 Jo 5.9).

II.Como o cristão deve viver neste mundo

Os cristãos não devem amar o mundo. A primeira razão por que os cristãos não devem amar o mundo ou as coisas que estão nele é que o amor pelo mundo e o amor pelo Pai são incompatíveis. Deus se coloca contra os pecados e os valores do mundo. Consequentemente, é impossível amar e servir a Deus, e ao mesmo tempo amar aquilo que Ele odeia e a que se opõe. O crente ama a Deus? Então precisa servir-lhe, Como Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (Mt 6.24).

A verdade dessa declaração se torna ainda mais evidente quando a natureza do sistema mundano é analisada, como João agora faz, em três expressões curtas e memoráveis: “a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida”.


Como João usa a expressão, pode ser que “a concupiscência da carne” refira-se aos desejos pecaminosos que brotam da natureza carnal do homem. Aqui podemos pensar sobre os pecados mais terríveis. Porém nos escritos de João, como em toda a Escritura, “homem pecador” ou “carne” usualmente têm conotação mais ampla, pela qual se refere a toda a natureza humana que está separada da graça de Deus em Cristo Jesus. Assim, é mais provável que “carne” seja compreendida de uma forma mais ampla neste contexto. Nesse caso, a expressão se referia a todos os desejos que excluem a Deus.

Claramente, não precisamos pensar sobre isso como se referindo em particular aos pecados mais hediondos, embora sejam parte do contexto. Em vez disso, podemos incluir toda a atividade que seja antagônica a Deus e insensível às necessidades dos outros.

A segunda expressão refere-se naturalmente à cobiça. Mas, outra vez, deve ser entendido num sentido mais amplo do que um simples desejo de possuir coisas. A “concupiscência dos olhos” certamente se refere ao desejo de “querer sempre mais” no que se refere à aparência da casa, ao segundo carro, à casa de campo e outras considerações materiais.

[...] Por fim, o mundanismo aqui é caracterizado como “o exagero daquilo que ele tem e faz”. A qualidade única dessa frase está não só em evitar os exageros, mas em excedê-los. Essa característica, que é a mais difícil das três, provavelmente é a mais súbita, pois é fácil ver com que rapidez uma ambição pode se tornar um tipo de orgulho que leva o indivíduo a se gloriar não em fazer o bem mas em ser melhor do que o próximo.


[...] A segunda razão por que o cristão não deve amar o mundo é a que fecha a passagem. É que tudo o que está no mundo é transitório e, assim, leva à destruição. O mundo é passageiro, João declara. Passageiros também são seus valores e aqueles que são caracterizados pelos seus valores. Que estupidez, então, dirigir as esperanças para o sistema mundano, por mais atraente ou recompensador que possa parecer.

Mas nada permanece? Sim, diz João. Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. O objeto de seu amor, mesmo o Pai, permanece para sempre. Seu amor, tendo sua fonte em Deus, permanece para sempre. Suas obras, sendo um aspecto da obra de Deus, permanecem para sempre, pois ele é o possuidor de vida eterna e herdeiro de todas as riquezas de Deus em Cristo Jesus. A conclusão é que os cristãos deveriam amar a Deus e servir-lhe com fervor.

Vv. 15-17. As coisas do mundo podem ser desejadas e possuídas para os usos e propósitos que Deus as concebeu, e devem ser usadas por sua graça e para sua glória; porém, os crentes não devem buscá-las nem valorizá-las para propósitos em que o pecado abuse delas. O mundo aparta o coração de Deus, e quanto mais prevalecer o amor ao mundo, mais decairá o amor a Deus. As coisas do mundo são classificadas conforme três inclinações reinantes na natureza depravada:


1. Concupiscência da carne, do corpo: os maus desejos do coração, o apetite de satisfazer-se com todas as coisas que excitam e inflamam os prazeres sensuais.

2. A concupiscência dos olhos: os olhos deleitam-se com as riquezas e com as ricas propriedades; esta é a concupiscência da cobiça.

3. A soberba da vida: o homem vão anseia a grandeza e a pompa de uma vida de vanglória, o que compreende uma sede de honras e aplausos. As coisas do mundo se desvanecem rapidamente e morrem: o próprio desejo desfalecerá e acabará dentro de pouco tempo; porém o santo afeto não é como a luxúria passageira. O amor de Deus nunca desfalecerá.

Muitos esforços vãos têm sido feitos para encobrir a força desta passagem com limitações, distinções ou execuções. Muitos têm procurado mostrar o quão longe podemos ir estando orientados carnalmente e amando ao mundo, mas é difícil equivocar-se a respeito do evidente significado destes versículos. A menos que esta vitória sobre o mundo comece no coração, o homem não tem raízes em si mesmo e cairá ou, na melhor hipótese, será um professor estéril. De qualquer modo, estas vaidades são tão sedutoras para a corrupção de nossos corações, que se não vigiarmos e orarmos sem cessar, não poderemos escapar do mundo em alcançar a vitória sobre o seu deus e príncipe.


Conclusão

Amamos e servimos a Deus com fervor? Então precisamos nos afastar de tudo aquilo que pode nos separar desse amor e do nosso serviço a Ele. Quando Jesus chamou homens para serem seus discípulos, desafiou-os com as palavras “sigam-me”. Isso significava que eles teriam que deixar suas redes ou mesas de dinheiro ou qualquer outra coisa que estivesse ocupando sua atenção e tempo até aquele momento. De igual modo, quando somos chamados para abraçar a verdade do evangelho, precisamos rejeitar o erro. Quando somos chamados para a retidão, precisamos nos desviar do pecado. Quando somos chamados para amar a Deus, precisamos nos afastar de todos os amores e lealdades inferiores.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

TERÇA 04-08-2009 DÊ VALOR A SEU PAI



Os passos de seu pai.

logo quando ele acorda da graças a Deus por mais um dia de vida, e pede a Ele que o guarde em tudo que vai fazer durante o dia, volta e agradece a Deus pela vida de sua família; esse homem se levanta de sua cama, e já olha se sua esposa se encontra dormindo ou foi trabalhar, vai em direção ao quarto de seus filhos e ver se esta tudo bem com eles, se alegra em Deus porque filhos são presente de Deus.

toma seu café da um beijo em cada um e vai para sua benção, que é o trabalho; chegando lá ver que nem todos são iguais, e logo percebe que alguns nem se quer agradeceu a Deus pelo novo dia, continua seus afazeres, as vezes muito cansa mais logo que olha a foto de sua família no seu local de trabalho ganha forças novamente para continuar o dia de trabalho.

chegando perto da hora de larga ele já pensa em chegar em casa e encontrar todos com sorriso no rosto para lhe abraça, e fica muito contente com isso e mais uma vez agradece a Deus.
chegando em casa, acontece o que ele já tinha previsto em sua memória.

abraços de seus filhos, beijos de sua esposa e o grande jantar com todos.


chegou mais um final de dia de um homem trabalhador.

Quem sou eu