terça-feira, 22 de setembro de 2009

TERÇA 22.09.09 QUE DIZER DO TERMO PROFETA



Estamos nos dias atuais, pansando por um momento muito delicado, quando se diz respeito ao TERMO e PESSOA DO PROFETA.

Alguns acabam se confundindo a esses termos e fala de que não conhece e até diz ou profetisa o que Deus não mandou, quanto de nós jánão ouvimos dizer, (assim diz o Senhor) se que o Senhor tenha dito. Mais chamo a sua atenção para dizer que não vamos generalizar; Ao ponto de descrê no que verdadeiramente o Senhor diz.

Leia, pense e pondere, porque o caminho do sábio é para cima e do tolo é para baixo.

vejamos:

Profeta

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Profetas)
Inspiração profética: Os lábios de Isaías tocados pelo fogo, por Benjamin West
Ana e Simeão no Templo. Rembrandt van Rijn séc. XVII

Profeta no feminino profetisa (do grego: πρoφήτης, prophétes)[1] pode significar a pessoa que é capaz de predizer acontecimentos futuros (veja Divinação); ou ainda uma pessoa que fala por inspiração divina ou em nome de Deus. Aos falsos profetas aplicava-se a pena de morte, na Lei Moisaica.

O livro do Antigo Testamento, revela antes de serem comumente chamados profetas, tais pessoas eram chamados de videntes. (I Samuel 9:9) É um nome sugestivo que descrevia as pessoas a quem Deus revelava os acontecimentos futuros, por meios de sonhos, visões ou aparições de anjos. Eram escolhidos por Deus e tinham enorme autoridade religiosa e influência. Normalmente, eles eram tidos como conselheiros e instrutores da Lei de Deus.

A expressão "filhos dos profetas", designava todos aqueles que se tornavam discípulos e ministros ajudantes (ou seja, servidores) dos profetas do Antigo Testamento.

A expressão "os Profetas", pode referir o conjunto de livros (Neviim) escritos pelos profetas.

O profeta é uma figura chave em muitas religiões: judaísmo, cristianismo, islamismo, fé bahá'í e outras.

Índice

[esconder]

[editar] Profeta no Judaísmo e no Cristianismo

Para o judaísmo e para o cristianismo, há vários profetas, conforme o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Ser profeta no cristianismo é ser aquele que fala por Deus

[editar] Profetas da Bíblia

Os Profetas do Antigo Testamento são classificados como Profetas Maiores e Profetas Menores; esta classificação se refere apenas ao tamanho dos livros associados aos Profetas Maiores, que são maiores. Além disso, existem também Profetas aos quais não está associado um livro, como Elias ou Eliseu.

[editar] Profetas Maiores

Uma observação é que no livro de Gênesis o Patriarca Abraão é denominado de Profeta veja: "Agora, pois, restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é, e rogará por ti, para que vivas; porém se não lha restituíres, sabe que certamente morrerás,tu e tudo o que é teu." (Gênesis 20 : 7)

[editar] Profetas Menores

[editar] Profetas do Novo Testamento

[editar] Profeta no Islão

O islamismo possui raizes judaico-cristãs, compartilha a fé em varios profetas, desde Adão, passando por Abrãao, até Jesus e Maomé, todos divulgaram revelações ou inscrições da palavra de Deus a os seres humanos, o ultimo, o selo dos varios profetas foi Maomé.

[editar] Profetas na Fé Bahá'í

A Fé Bahá'í considera duas classes de Profetas: os independentes, com seguidores, e os dependentes, seguindo os primeiros. Os independentes, de acordo com os escritos Bahá'ís, são os Fundadores das grandes religiões mundiais conhecidas, como Krishna, Abraão, Moisés, Buda, Zoroastro, Cristo, Maomé, O Báb e Bahá'u'lláh. Os profetas dependentes, segundo 'Abdu'l-Bahá, filho de Bahá'u'lláh:

"..seguem e dão-lhes seu apoio, pois são apenas ramos, não tendo independência, recebem a Graça dos Profetas universais. Assemelham-se à lua, que não é luminosa e radiante por si mesma, mas recebe do sol a sua luz."

Possuem como missão espalhar a Fé de Deus à humanidade. Entre eles encontram-se várias figuras Bíblicas como Isaías, Daniel, João Batista, e assim por diante, adicionando também os Profetas do Islão, como também da própria religião Bahá'í.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SEXTA DIA 21-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 08 - A Nossa Eterna Salvação


Leitura Bíblica em Classe
1 João 3.1-5;Romanos 8.14-17


A palavra salvação significa, em primeiro lugar, ser tirado de um perigo, livrar-se, escapar. A Bíblia fala de salvação como a libertação do tremendo perigo de uma vida sem Deus ( At 26.18; Cl 1.13). Tradução da palavra grega soterion, tem a significação de “tornar ao estado perfeito” ou “restaurar o que a queda causou”. A salvação desfaz, assim, as obras do Diabo (1 Jo 3.8)

A Salvação preparada para o mundo perdido nasceu no coração amoroso de Deus. Por isso, a multidão salva, vestida de vestes brancas, cantará nos céus: “Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono” ( Ap 7.10).

No dia da queda do homem, Deus prometeu enviar um Salvador. Ele disse a respeito da semente da mulher: “Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Na plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher ( Gl 4.4). A promessa cumpriu-se literalmente, sendo uma expressão do amor divino: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito” (Jo 3.16).

Jesus é o único meio da salvação, Ele foi chamado desde o seu nascimento, de “Salvador” (Lc 2.11), porque Ele veio para salvar (Mt 1.21).

Jesus ganhou a salvação por sua morte na cruz, “havendo por Ele feito a paz pelo sangue da sua cruz” ( Cl 1.20). “E, pela cruz, reconciliar ambos com Deus” (Ef 2.16). Pois que “pelo sangue de Cristo chegaste perto” (Ef 2.13). A “rude cruz se erigiu” e a sua mensagem se tornou eterna.

Deus predestinou, por antecipação, o plano da nossa salvação, isto é, o meio pelo qual devemos ser salvos. Em Efésios 1.5, está escrito: “Nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo”, isto é, Jesus foi dado como o sacrifício pela expiação dos nossos pecados desde a eternidade. Assim a Bíblia diz que Jesus foi morto desde a fundação do mundo ( Ap 13.8) e que Cristo, como cordeiro imaculado e incontaminado, foi conhecido antes da fundação do mundo (1 Pe 1.20).

Deus “nos predestinou para filhos de adoção” (Ef 1.5). Aqui observamos a finalidade da nossa salvação por Jesus – Deus predestinou que os pecadores fossem, por Jesus, feitos filhos da adoção. Quem adota uma criança, atribui-lhe o direito de um filho próprio, e legitima-o para desfrutar desses direitos.


A Bíblia diz que “Somos, logo, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo” (Rm 8.17).

Para ser salvo importa somente vir a Jesus, aceitando-o como o seu Salvador (Jo 1.12,13; Cl 2.6) e recebendo a sua Palavra como uma parte dEle mesmo (1 Ts 1.6; 2.13; 1 Tm 1.15). Assim o homem se identifica com Jesus e com a sua Palavra! “Se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” ( 2 Co 5.17). Essa aceitação de Jesus independe de um amplo conhecimento das doutrinas da Bíblia. Aquele que sinceramente crer que Jesus é o Filho de Deus e o aceitar experimenta logo o contato com Cristo Vivo, e é salvo e identificado com a nova vida (At 8.37;16.31).

A salvação é um dom de Deus (Ef 2.8; Rm 6.23) dado por sua graça (Rm 5.15). Não vem pelas obras. O Espírito Santo (Jo 16.8,9) e a Palavra de Deus (Rm 10.8,14-17) operam o despertamento no homem, fazendo a sua vontade buscar e aceitar a salvação. “Crer em Jesus” e “ receber a salvação” são expressões sinônimas ( Jo 1.12,13). A fé salvadora se expressa pela oração a Deus em nome de Jesus. “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” ( At 2.21). “Com a boca se faz confissão para a salvação” ( Rm 10.10). No momento em que a pessoa se entrega a Jesus, com a sua boca começa a confessar sua alegria e gratidão. A certeza de ser salvo se manifesta (Rm 10.9; Sl 51.12).

O testemunho do Espírito em nós, evidencia o recebimento da salvação! Já observamos que Deus envia o seu Espírito para testificar na alma daquele que se converteu (Gl 4.6). Quando Deus escreve nosso nome no Livro da Vida (Lc 10.20), Ele nos manda “o protocolo” pelo testemunho do Espírito Santo (Rm 8.16, 1 Jo 3.24; 4.13). Devemos tomar cuidado para que esse testemunho em nós jamais silencie (Ef.4.30). Extraído do livro Introdução àTeologia Sistemática de Eurico Bergstén, CPAD.




sábado, 15 de agosto de 2009

SÁBADO 15-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 07 - A Chegada do Anticristo

Leitura Bíblica em Classe
1 João 2. 18-26; 2 João 1.7

Introdução:

I. O espírito do Anticristo no mundo

II. A pessoa do Anticristo

III. Os Anticristos no mundo


Conclusão:

Palavras-chave:
Anticristo

Introdução

Professor, os leitores de 1 João, do primeiro século, viveram nos últimos dias, e nós também. Durante este período, os anticristos aparecerão. Finalmente, pouco antes do fim, um grande anticristo surgirá (Ap 13.19,20). Porém, não precisamos temer estas pessoas perversas. O Espírito Santo nos mostrará seus erros, e assim não seremos enganados. Contudo devemos ensinar a Palavra de Deus, clara e cuidadosamente, aos membros da Igreja do Senhor, especialmente aos mais fracos, de forma que não venham a ser presas para esses ensinadores que “vem”... vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7.15).


I. O espírito do Anticristo no mundo

• Professor, inicie o tópico explicando que o termo “anticristo” pode ser aplicado tanto ao indivíduo como ao sistema que ele representa.

• Curiosamente, a palavra “anticristo” (gr. antichristos) aparece apenas em 1 João 2. 18-22; 4.3 e 2 João 7. O apóstolo João usou-a no singular (“o Anticristo”) e no plural (“muitos anticristos”). João dá a entender que seus leitores haviam ouvido que o Anticristo viria no futuro. Então, ele os surpreende dizendo que muitos anticristos já tinham vindo. João descreve estes anticristos menores como mentirosos que negam que Jesus é o Cristo (2.22). Neste sentido, anticristo é qualquer falso mestre que nega a Pessoa e a obra de Jesus Cristo. Tais mestres são verdadeiramente anti (contrários a) Cristo.

Em 1 Jo 4.1-3, João nos alerta para provar os espíritos e para nos certificarmos de que estes realmente provêm de Deus. Ele nos adverte de que muitos falsos profetas (Gr. pseudo-profeta) “tem saído pelo mundo afora”. São pessoas que não reconhecem que Jesus vem de Deus. Dentro deste contexto, João anuncia que “o espírito do anticristo [...] já está no mundo”.


O Espírito do Anticristo

[...] podemos afirmar, sem medo de errar, que o espírito do Anticristo está em ação. Este espírito anticristão faz todo o possível para rejeitar, negar e questionar a verdade acerca de Jesus Cristo. Ele tem estado em atividade desde o século I d.C., opondo-se ferozmente contra a obra de Jesus na terra.

Os escritores da Bíblia certamente criam que o espírito do Anticristo estava vivo e ativo no primeiro século. Por esse motivo, não lhes causou surpresa a rejeição ao cristianismo, acompanhada de perseguição e até mesmo martírio. Eles estavam convencidos de que a guerra espiritual entre Cristo e o Anticristo já havia começado.

Muitas e remotas referências cristãs ao Anticristo estão presentes no Apocalipse de Pedro, no Didaqué, na Ascensão de Isaías e na epístola de Pseudo-Tito. Também vemos tais referências nos escritos de diversos pais da igreja, como Irineu, Jerônimo e Hipólito. Irineu, que estudou com Policarpo — que, por sua vez, fora discípulo do apóstolo João — , disse que o Anticristo viria como “um apóstata”, personificando a “apostasia satânica”.

Desde o início da era cristã, os crentes sempre estiveram convictos de que um governante mundial, a encarnação de Satanás, em algum momento surgiria. Apocalipse 12,13 apresenta uma “trindade profana” que reúne Satanás (corresponde ao Pai), o Anticristo (corresponde ao Filho) e o Falso Profeta (corresponde ao Espírito Santo). O verdadeiro poder por trás do Anticristo é, portanto, Satanás. O “pai da mentira” é a origem do engodo que condenará multidões ao juízo de Deus (2 Ts 2.11).

II. Os Anticristos no mundo

O espírito do Anticristo está vivo e em ação. Trata-se da expressão está vivo e em ação. Trata-se da expressão, inspirada por Satanás, de desrespeito e rebeldia contra Deus, contra as coisas de Deus e contra o povo de Deus. Tal espírito está vivo desde que Satanás rondou o jardim do Éden. Ele tem sido a força motriz por trás de toda terrível história da raça humana: guerras, assassinatos, assaltos, estupros, etc. Estas são as repugnantes expressões da natureza destrutiva do próprio grande enganador.

Os autores do Novo Testamento nos asseguram que o espírito do Anticristo já agia em sua época, isto há quase vinte séculos. Ele continuou ativo ao longo de toda a história da Igreja, expressando-se em perseguições, heresias, enganos espirituais, falsos profetas e falsas religiões. Satanás vem combatendo a Igreja a cada passo, esperando pelo momento certo para habitar a pessoa certa — o Anticristo — em sua derradeira obra-prima.


Entretanto, conjecturar-se se certas figuras da atualidade seriam ou não o Anticristo não leva a lugar nenhum. Apenas no século XX, vimos algumas especulações fantásticas e incorretas. Todas são visualizações do futuro a partir do presente. Cada um padece da mesma deficiência: são sempre tentativas incertas baseadas em uma perspectiva limitada. Tragicamente, tais pessoas que propõem datas e apontam possíveis Anticristos afirmam saber mais do que os próprios autores das Escrituras.

O apóstolo Paulo comenta a respeito disso em 2 Tessalonicenses 2.1-12, quando nos diz que o “Dia de Cristo” não virá “sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado”. Em seguida, ele declarará: “vós sabeis o que detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado” (v.6). Somente após o arrebatamento da Igreja, será revelada a identidade do Anticristo. Em outras palavras, você não quer saber quem ele é. Se algum dia você descobrir quem ele é, significa que foi deixado para trás!

A cada geração, Satanás precisa preparar um homem para ser sua maior realização. Não se surpreenda, portanto, com diversos candidatos aparecendo no horizonte da história humana apenas para desaparecerem logo adiante. Satanás precisa esperar o momento definido por Deus, de forma que ele está derrotado antes mesmo de iniciar seu ataque final. Ele continuará impelido de agir até que Deus retire o poder que o detém; a saber, o Espírito Santo que habita a Igreja. O Espírito, portanto, é o agente; a Igreja, o meio. Dessa forma, Deus retém o plano diabólico de Satanás até que o Pai nos chame para estar com Ele nos céus.

Nesse meio tempo, Satanás aguarda sua oportunidade de arruinar o mundo inteiro e o plano supremo de Deus. Ele pode ser um adversário derrotado, mas está decidido a lutar até o fim. Mesmo agora, segue em frenética atividade, buscando o homem correto para ser o Anticristo.


• O anticristo será o mais notável líder político que o mundo já conheceu. Ele aparentará ser o epítome da inteligência e do poder humano. Artuhur W. Pink escreve: “Satanás teve todas as oportunidades de estudar a natureza decaída do homem [...] O diabo sabe muito bem como deslumbrar as pessoas com a sedução do seu poder [...] sabe como satisfazer a sede de conhecimento [...] Podemos nos deleitar com músicas e deliciar nossos olhos com belezas arrebatadoras [...] sabe como exaltar as pessoas ao píncaro da glória e da fama, para, em seguida, usar esta fama contra Deus e seu povo” (Pink, p.77).

Veja a lista abaixo de características do Anticristo, tais quais estão relacionadas nas Escrituras:

1. Intelectualmente poderoso (Dn 7.20).

2. Orador impressivo (Dn 7.20).

3. Mestre político (Dn 11.21).

4. Possuidor de grandes habilidades comerciais (Dn 8.25).

5. Gênio militar (Dn 8.24).

6. Perito administrador (Ap 13.1,2).

7. Experto em religião (2 Ts 2.4).

Conclusão

Aquele que é chamado de antichristos (“anticristo”) se opõe a Cristo, enquanto que o pseudochristos (“falso Cristo”) afirma ser o próprio Cristo. A descrição bíblica mostra que ele é ambos. Inicialmente, ele se apresenta como o “salvador” da nação de Israel, firmando uma aliança para protegê-la (Dn 9.27). Dessa maneira, ele aparece ser o messias há muito aguardado. Na verdade, porém, ele se opõe a todas as profecias acerca do verdadeiro Messias.

• Professor, você pode reproduzir a tabela abaixo no quadr-de-giz. Explique aos seus alunos que o contraste entre Cristo e o Anticristo demonstram que ambos são completamente opostos.

CRISTO ANTICRISTO
A Verdade A mentira
O Santo O iníquo
Homem de dores Homem de pecados
Filho de Deus Filho e Satanás
Mistério de Deus Mistério da injustiça
Bom Pastor Pastor inútil
Exaltado nas Alturas Lançado no inferno
Humilha-se a si mesmo Exalta-se a si mesmo
Desprezado Admirado
Purifica o templo Profana o templo
Deu a vida pelas pessoas Mata as pessoas



Extraído de:

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

BOICE, James Montgomery. As Epístolas Paulinas de João. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 62-65.


sábado, 8 de agosto de 2009

SÁBADO 08-08-09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 06 - O Sistema de Viver do Mundo



Leitura Bíblica em Classe
1 João 2. 15-19; João 15.18,19

Introdução:

I. O que é o mundo?

II. Como o cristão deve viver neste mundo


Conclusão:

Palavras-chave:
Mundo

Introdução

Professor, aqueles que almejam o alto padrão da vida cristã descrito por João não devem amar o mundo e o que no mundo há (v. 15). Fomos chamados a viver uma vida separada deste mundo, com objetivos infinitamente mais nobres que honram o nome do Altíssimo, que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz (1 Pe 2.9).


I.O que é o mundo?

• Professor, inicie o tópico fazendo a seguinte indagação: “O que é o mundo?” Explique aos alunos que “mundo é o sistema de vida que foi estabelecido pelo homem não regenerado debaixo da influência do mal”.

• A palavra grega Kosmos, quando usada no sentido teológico, diz respeito à ordem ou organização da sociedade humana como um sistema deformado pelo pecado, superficial, envolto num turbilhão de crenças, desejos e emoções. O mundo é antagônico a Deus (Cl 2.20; 1 Jo 2.16) e está sob o comando de Satanás (1 Jo 5.9).

II.Como o cristão deve viver neste mundo

Os cristãos não devem amar o mundo. A primeira razão por que os cristãos não devem amar o mundo ou as coisas que estão nele é que o amor pelo mundo e o amor pelo Pai são incompatíveis. Deus se coloca contra os pecados e os valores do mundo. Consequentemente, é impossível amar e servir a Deus, e ao mesmo tempo amar aquilo que Ele odeia e a que se opõe. O crente ama a Deus? Então precisa servir-lhe, Como Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (Mt 6.24).

A verdade dessa declaração se torna ainda mais evidente quando a natureza do sistema mundano é analisada, como João agora faz, em três expressões curtas e memoráveis: “a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida”.


Como João usa a expressão, pode ser que “a concupiscência da carne” refira-se aos desejos pecaminosos que brotam da natureza carnal do homem. Aqui podemos pensar sobre os pecados mais terríveis. Porém nos escritos de João, como em toda a Escritura, “homem pecador” ou “carne” usualmente têm conotação mais ampla, pela qual se refere a toda a natureza humana que está separada da graça de Deus em Cristo Jesus. Assim, é mais provável que “carne” seja compreendida de uma forma mais ampla neste contexto. Nesse caso, a expressão se referia a todos os desejos que excluem a Deus.

Claramente, não precisamos pensar sobre isso como se referindo em particular aos pecados mais hediondos, embora sejam parte do contexto. Em vez disso, podemos incluir toda a atividade que seja antagônica a Deus e insensível às necessidades dos outros.

A segunda expressão refere-se naturalmente à cobiça. Mas, outra vez, deve ser entendido num sentido mais amplo do que um simples desejo de possuir coisas. A “concupiscência dos olhos” certamente se refere ao desejo de “querer sempre mais” no que se refere à aparência da casa, ao segundo carro, à casa de campo e outras considerações materiais.

[...] Por fim, o mundanismo aqui é caracterizado como “o exagero daquilo que ele tem e faz”. A qualidade única dessa frase está não só em evitar os exageros, mas em excedê-los. Essa característica, que é a mais difícil das três, provavelmente é a mais súbita, pois é fácil ver com que rapidez uma ambição pode se tornar um tipo de orgulho que leva o indivíduo a se gloriar não em fazer o bem mas em ser melhor do que o próximo.


[...] A segunda razão por que o cristão não deve amar o mundo é a que fecha a passagem. É que tudo o que está no mundo é transitório e, assim, leva à destruição. O mundo é passageiro, João declara. Passageiros também são seus valores e aqueles que são caracterizados pelos seus valores. Que estupidez, então, dirigir as esperanças para o sistema mundano, por mais atraente ou recompensador que possa parecer.

Mas nada permanece? Sim, diz João. Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. O objeto de seu amor, mesmo o Pai, permanece para sempre. Seu amor, tendo sua fonte em Deus, permanece para sempre. Suas obras, sendo um aspecto da obra de Deus, permanecem para sempre, pois ele é o possuidor de vida eterna e herdeiro de todas as riquezas de Deus em Cristo Jesus. A conclusão é que os cristãos deveriam amar a Deus e servir-lhe com fervor.

Vv. 15-17. As coisas do mundo podem ser desejadas e possuídas para os usos e propósitos que Deus as concebeu, e devem ser usadas por sua graça e para sua glória; porém, os crentes não devem buscá-las nem valorizá-las para propósitos em que o pecado abuse delas. O mundo aparta o coração de Deus, e quanto mais prevalecer o amor ao mundo, mais decairá o amor a Deus. As coisas do mundo são classificadas conforme três inclinações reinantes na natureza depravada:


1. Concupiscência da carne, do corpo: os maus desejos do coração, o apetite de satisfazer-se com todas as coisas que excitam e inflamam os prazeres sensuais.

2. A concupiscência dos olhos: os olhos deleitam-se com as riquezas e com as ricas propriedades; esta é a concupiscência da cobiça.

3. A soberba da vida: o homem vão anseia a grandeza e a pompa de uma vida de vanglória, o que compreende uma sede de honras e aplausos. As coisas do mundo se desvanecem rapidamente e morrem: o próprio desejo desfalecerá e acabará dentro de pouco tempo; porém o santo afeto não é como a luxúria passageira. O amor de Deus nunca desfalecerá.

Muitos esforços vãos têm sido feitos para encobrir a força desta passagem com limitações, distinções ou execuções. Muitos têm procurado mostrar o quão longe podemos ir estando orientados carnalmente e amando ao mundo, mas é difícil equivocar-se a respeito do evidente significado destes versículos. A menos que esta vitória sobre o mundo comece no coração, o homem não tem raízes em si mesmo e cairá ou, na melhor hipótese, será um professor estéril. De qualquer modo, estas vaidades são tão sedutoras para a corrupção de nossos corações, que se não vigiarmos e orarmos sem cessar, não poderemos escapar do mundo em alcançar a vitória sobre o seu deus e príncipe.


Conclusão

Amamos e servimos a Deus com fervor? Então precisamos nos afastar de tudo aquilo que pode nos separar desse amor e do nosso serviço a Ele. Quando Jesus chamou homens para serem seus discípulos, desafiou-os com as palavras “sigam-me”. Isso significava que eles teriam que deixar suas redes ou mesas de dinheiro ou qualquer outra coisa que estivesse ocupando sua atenção e tempo até aquele momento. De igual modo, quando somos chamados para abraçar a verdade do evangelho, precisamos rejeitar o erro. Quando somos chamados para a retidão, precisamos nos desviar do pecado. Quando somos chamados para amar a Deus, precisamos nos afastar de todos os amores e lealdades inferiores.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

TERÇA 04-08-2009 DÊ VALOR A SEU PAI



Os passos de seu pai.

logo quando ele acorda da graças a Deus por mais um dia de vida, e pede a Ele que o guarde em tudo que vai fazer durante o dia, volta e agradece a Deus pela vida de sua família; esse homem se levanta de sua cama, e já olha se sua esposa se encontra dormindo ou foi trabalhar, vai em direção ao quarto de seus filhos e ver se esta tudo bem com eles, se alegra em Deus porque filhos são presente de Deus.

toma seu café da um beijo em cada um e vai para sua benção, que é o trabalho; chegando lá ver que nem todos são iguais, e logo percebe que alguns nem se quer agradeceu a Deus pelo novo dia, continua seus afazeres, as vezes muito cansa mais logo que olha a foto de sua família no seu local de trabalho ganha forças novamente para continuar o dia de trabalho.

chegando perto da hora de larga ele já pensa em chegar em casa e encontrar todos com sorriso no rosto para lhe abraça, e fica muito contente com isso e mais uma vez agradece a Deus.
chegando em casa, acontece o que ele já tinha previsto em sua memória.

abraços de seus filhos, beijos de sua esposa e o grande jantar com todos.


chegou mais um final de dia de um homem trabalhador.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

SEXTA 31-07-09 QUE POBLEMA



SÃO PAULO (Reuters) - Os 41 contêineres com lixo tóxico importado da Inglaterra voltarão ao país de origem até terça-feira, informou a Justiça Federal nesta sexta.


Inicialmente, o material deveria retornar à Inglaterra ainda nesta sexta-feira, mas a empresa responsável pelo navio que levará o lixo de volta à Grã-Bretanha pediu ampliação do prazo dado pelo juiz da 6a Vara Federal de Santos Antonio André Muniz Mascarenhas de Souza por conta das operações de atracamento e desatracamento da embarcação.

A determinação da Justiça atende a pedido feito pelo delegado que cuida do caso, sob o argumento de que a cada dia a decomposição do lixo importado aumenta o risco de contaminação ao meio ambiente.

Na semana passada, a agência ambiental britânica anunciou a prisão de três pessoas suspeitas de envolvimento no envio do lixo tóxico ao Brasil, e o Ministério do Meio Ambiente informou que as seis empresas envolvidas na importação, o consolidador, o responsável pelo carregamento e os compradores da carga foram autuados por crime ambiental e multados em 2,5 milhões de reais.

O episódio gerou também reações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticou os países ricos por pressionarem o Brasil para preservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, enviarem lixo tóxico para o país.

Nos contêineres com o material tóxico, importado ao Brasil sob a fachada de polímero de etileno para reciclagem, estão camisinhas, fraldas usadas, banheiros químicos, seringas, entre outros produtos.

(Reportagem de Eduardo Simões)

SEXTA 31.07.09 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL

DITADA PELA CPAD

Lição 05 - A Força do Amor Cristão



Leitura Bíblica em Classe
1 João 2. 7-11; 3.14-18

Introdução:

I. O Mandamento Atemporal

II. O Contraste entre Luz e Trevas

III. A Demonstração Comunitária do Amor


Conclusão:

Palavras-chave:
Amor

Introdução

Professor, o capítulo 13 de 1 Coríntios explica claramente o que Deus quer dizer com amar. Este “capítulo do amor” mostra-nos o que é amar, como se espera que amemos aos outros e como Deus nos ama, leia o mesmo com atenção.

I.O Mandamento Atemporal

• Professor, inicie o tópico fazendo a seguinte indagação: “Em que sentido o mandamento de amar é um novo mandamento?” Depois de ouvir os alunos, explique que é novo no sentido que recebeu uma ênfase inteiramente nova e foi elevado a um novo nível pelos ensinamentos e pelo exemplo de Jesus.

• Em Jesus o amor se torna novo quanto à sua extensão. Na época de Cristo, o amor não era algo novo, mas ao mesmo tempo havia alguns que consideravam o amor como uma obrigação limitada a um círculo fechado de amigos ou, numa extensão maior, a uma nação. Para os judeus ortodoxos, o pecador não deveria ser amado. Em vez disso, ele era alguém que Deus desejava destruir. Tampouco os gentios deveriam ser amados. Eles foram criados por Deus para o inferno. Em contraste, Jesus estendeu seu amor a todos. Ele se tornou o “amigo dos pecadores”, um ouvinte simpático e professor de mulheres (que também eram desprezadas), e eventualmente alguém por quem a salvação foi estendida até para o mundo gentílico. Suas últimas palavras aos discípulos foram para que fizessem discípulos de todas as nações (Mt 28.19) e que eles deveriam ser testemunhas “em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (At 1.8).

Em Jesus o amor tornou-se novo quanto à sua distância. Aqui as pessoas precisam olhar para a cruz, pois é na cruz que a altura e a profundidade do amor de Deus são vistas, e não são vistas com a mesma gradação em nenhum outro lugar. A que distância vai o amor de Deus? A distância até a qual o Filho de Deus assume sobre a si a forma humana, morre na cruz, carrega sobre si os pecados de toda uma raça caída para que, ao receber a punição por aquele pecado, Ele esteja de fato alienado de Deus, o Pai, e assim grita em profunda agonia: “Deus meu, por que me desamparastes?” (Mc 15.34). Essa é a distância até aonde o amor de Deus vai. É aí que o amor se torna uma coisa inteiramente nova em Cristo.

Em Jesus o amor se faz novo quanto à sua intensidade. João indica isso ao acrescentar no versículo 8 “é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz alumia”. Nesse versículo, “verdadeira” significa “genuína”, e a questão é que o amor verdadeiro ou genuíno, como a retidão genuína agora está presente não apenas em Jesus, mas também naqueles que foram feitos vivos. Nesse sentido, o que não era possível na dispensação do Antigo Testamento agora é possível; pois a vida de Jesus, que se expressa em amor; está em seu povo.


II.O Contraste entre luz e Trevas

“Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas” (2.9).

O apóstolo traçou contrastes entre luz e trevas, verdade e falsidade, e agora entre amor e ódio. Nesses termos ele aponta inconsistência entre profissão de fé e conduta, bem como erros na teologia. Ninguém pode fazer melhor do que sabe; mas nesse caso, houve uma ignorância voluntária, decorrente da falha de andar na luz e manter o amor vivo. As trevas tinham cegado os olhos. Desatentos com o que havia acontecido, eles estavam vivendo no passado, um passado brilhante, do qual se gloriavam, enquanto as trevas os engoliam.

Sem dúvida esse tipo de pessoa fazia parte da minoria. Mas o problema era real na Igreja, e João tinha de lidar com isso. Para o corpo principal de “amados” ele escreveu: “Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele há escândalo” (2. 10). Ele não tropeça nem cai nas trevas, nem é causador da queda de outros. Ensinamentos heréticos e seus defensores sempre causaram simpatia em um número desproporcional de membros da Igreja e seus líderes. A verdade é menos espetacular, mas sua natureza é eterna.


III.Demonstração Comunitária do Amor

• Professor, pergunte aos seus alunos: “O que é o amor afinal?”

O amor não é apenas um certo sentimento agradável. Não é um sorriso. É uma atitude que determina o que alguém faz. Assim, é impossível falar sobre o amor sem pelo menos sugerir algumas das ações que deveriam fluir a partir dele, assim como é impossível falar sobre o amor de Deus sem mencionar coisas tais quais a criação do homem à sua imagem, a entrega da revelação do Antigo Testamento, a vinda de Cristo, a cruz, o derramamento do Espírito Santo e outras realidades.

O que significa amar? O que vai acontecer se aqueles que professam a vida de Cristo amarem de fato uns aos outros?

Primeiro, significa que quando o cristão falhou em amar seu irmão e, assim, agiu de modo errado com relação a ele, então irá até ele e dirá que sente muito. Parece fácil, mas não é, como qualquer um que tenha tentado fazer isso sabe. Mesmo assim, mais do que qualquer coisa, expressa o amor e restaura aquela unidade que Jesus disse que deveria fluir de fato de que os cristãos amam uns aos outros e pela qual sua confissão é verificada ante o mundo.

Segundo, como a ofensa vem frequentemente da parte dos outros devemos demonstrar nosso amor pelo perdão. Isso é muito difícil, em particular quando a outra pessoa não pede desculpas.

O próprio João aprendeu a amar a esse ponto, pois anteriormente em sua vida ele era conhecido como um dos “Filhos do trovão”. Certa vez ele desejou que viesse fogo do céu sobre aqueles que rejeitam a Jesus (Lc 9.54). Mas à medida que passou a conhecer mais sobre o Espírito, passou a amar cada vez mais e mais.

Terceiro, precisamos demonstrar o amor com ações práticas, mesmo quando isso custa muito. O amor custou ao samaritano da parábola de Cristo. Custou a ele tempo e dinheiro. O amor custou ao pastor que se esforçou para encontrar sua ovelha. O amor custou a Maria de Betânia que, com seu amor, trouxe um frasco líquido caríssimo aos pés de Jesus. O amor vai custar para todos que o praticam. Mas o que é comprado com ele será de grande valor, embora intangível; pois será a prova da presença da vida de Deus tanto para o indivíduo cristão quanto para o mundo que o observa.

Amor é ódio, 3. 14-18 – João tem ressaltado o caráter oposto entre o amor e o ódio. É natural — mesmo que nem sempre manifesto — para o cristão amar os outros. Também é natural para as pessoas do mundo odiar o cristão. Talvez esperássemos que João tivesse ressaltado o amor do cristão pelo mundo pecador (Jo 3.16) em resposta ao ódio que o mundo tem pelo cristão. E visto que ele não o fez, poder-se-ia concluir que o amor ao mundo (da humanidade) não é ordenado ao cristão. Mas esse argumento do silêncio não tem força. O assunto de João é evidência do caráter cristão em vez da preocupação evangelística que a Igreja deveria manifestar. O amor pelo irmão é um argumento melhor do que o amor pelo mundo pecaminoso, porque se alguém não consegue amar “os filhos de Deus”, como se poderia esperar que amasse os “filhos do diabo”?

O amor aos irmãos, então, torna-se um critério para julgar se alguém se converteu do pecado. “Vida e amor são dois aspectos do mesmo fato do mundo moral, como é o caso da vida e crescimento no mundo físico: um aspecto indica o estado, o outro a atividade”. Mas aquele que não tem amor não tem vida — ele permanece na morte. Mais do que isso, ele é um homicida, como Caim. Essa é uma linguagem forte, mas segue o que Jesus disse em Mateus 5.28. A motivação sempre é mais importante do que o ato manifesto. E aquele que tem o propósito em seu coração não pode ao mesmo tempo ter vida eterna.


Conclusão

Na igreja cristã, o amor não deve ser apenas expresso através de demonstrações de respeito; é preciso também expressá-lo através da abnegação e da atitude de servir (Jo 15.13). O amor pode ser definido como uma “adoção abnegada”, alcançando, além dos amigos, os inimigos e os perseguidores (Mt 5.43-48). O amor deve ser a força unificadora e a marca identificadora da comunidade cristã. O amor é chave para andarmos na luz, porque não podemos crescer espiritualmente enquanto odiamos os outros. Nosso crescente relacionamento com Deus resultará no nosso relacionamento com as outras pessoas.

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