segunda-feira, 22 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

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sábado, 20 de agosto de 2011

SÁBADO DIA 20-08-2011 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 08 - Igreja - Agente transformador da sociedade

Três vezes Jonas é chamado para ir a Nínive, que...



Texto Bíblico: Marcos 2.13-17; Atos 2.37-41

INTRODUÇÃO

I. Igreja e sociedade
II. A igreja e a proteção social
III. A igreja e a assistência à sociedade


“A Urbanização do Evangelho"

Três vezes Jonas é chamado para ir a Nínive, que Deus continua chamando de “grande cidade” (1.1; 3.2; 4.11). Deus apresenta, diante de Jonas, a dimensão da cidade. Em Jonas 4.11, Ele diz: ‘e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda (...)?’ O raciocínio de Deus é bastante transparente. As grandes cidades são gigantescos armazéns de pessoas perdidas espiritualmente. Como você pode não se sentir atraído a elas? Certa vez, tive um amigo que usou este rígido argumento teológico comigo: ‘As cidades são lugares onde existem mais pessoas do que plantas, e o campo é o lugar onde existem mais plantas do que pessoas. Uma vez que Deus ama as pessoas muito mais do que as plantas, deve amar a cidade mais do que o campo’. Esse é exatamente o tipo de lógica que Deus está usando com Jonas. Os cristãos e as igrejas, naturalmente, precisam estar onde houver pessoas! E não existe um versículo sequer na Bíblia que diga que os cristãos devem habitar nas cidades. Mas, de modo geral, as cidades são desproporcionalmente importantes com respeito à cultura. É para lá que os pobres se congregam frequentemente. É lá que os estudantes, os artistas e os jovens criativos se reúnem. Conforme estão as cidades, assim está a sociedade. No entanto, os cristãos estão sub-representados nas cidades por todos os tipos de motivos.

Muitos cristãos de hoje em dia perguntam: ‘O que podemos fazer com uma cultura que se embrutece?’ Alguns se voltam para a política. Outros reagem contrariamente a isso, dizendo que ‘a igreja simplesmente deve ser ela mesma’, como uma testemunha da cultura, e aconteça o que tiver que acontecer. Em seu livro Two Cities, Two Loves, (Duas cidades, Dois Amores), James Boice afirma que até que os cristãos estejam dispostos a simplesmente viver e trabalhar nas grandes cidades, pelo menos nas mesmas proporções que os outros grupos, devemos parar de reclamar que estamos ‘perdendo a cultura’ (BOICE, James Montgomery, p.165ss).

Enquanto a cidadezinha era ideal para os povos pré-modernos e o subúrbio era formidável para os povos modernos, a cidade grande é amada pelos povos pós-modernos com toda a sua diversidade, criatividade e dificuldades de administração. Jamais alcançaremos o mundo pós-moderno com o evangelho se não o urbanizarmos e não criarmos versões urbanas de comunidades do evangelho [...].

Com que essas comunidades urbanas deveriam parecer? David Brooks escreveu sobre “Bobos”, que combinaram o materialismo tosco da burguesia com o relativismo moral dos boêmios. Eu proporia que os cristãos urbanos fossem “bobos reversos”, combinando não os piores aspectos, mas os melhores desses dois grupos. Praticando o evangelho bíblico na cidade, eles combinariam a criatividade, o amor pela diversidade e a paixão pela justiça (dos antigos boêmios) com a seriedade moral e a orientação familiar da burguesia” (PIPER, John; TAYLOR, Justin. A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-Moderno. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.122,123).    

sábado, 6 de agosto de 2011

SÁBADO DIA 06-08-2011 LIÇÃOM DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 06 - A eficácia do testemunho cristão

O Sermão começa com as Beatitudes...



Texto Bíblico: Mateus 5.13-16; Romanos 12.1,2

Introdução

I. O cristão como sal da terra
II. O cristão como luz do mundo
III. O testemunho do crente



SERMÃO DO MONTE

As passagens em Mateus 5.1 – 7.29 e Lucas 6.20 – 7.1 receberam esta designação desde o início do século IV d.C., dada por Agostinho em seu comentário (De Sermone domini in monte). O discurso foi feito em alguma colina, provavelmente no planalto elevado da Galileia. Uma tradição do século XIII considera o episódio como ocorrido em um local conhecido como “chifres de Hattin”. A importância do prefácio consiste na expressão “vendo a multidão”. Percy C. Ainsworth observa: “O grande comentário sobre o Sermão do Monte é a vida – a vida como todos nós devemos viver – o pão cotidiano, a simples comunhão, a fadiga trazida pelo próximo, e as lágrimas”.

O Sermão começa com as Beatitudes (Mt 5.3-12) nas quais o Senhor Jesus mostra que conhece bem o significado da vida e como ela deve ser vivida, mostrando que a resposta para a busca universal pela felicidade só pode ser encontrada à medida que os homens se identificarem com o reino de Deus [...].

Neste sermão – que Lord Acton definiu como a verdadeira revelação de uma sociedade moralmente nova – o Senhor Jesus contrasta ideias espirituais que sustentam a conduta moral adequada, com as exigências meramente exteriores da lei. Ele ensina que a ira que traz como fruto o assassinato é errada; que a reconciliação com um irmão é mais essencial do que o desempenho de atos exteriores de adoração; que o cultivo de pensamentos lascivos tornam as pessoas tão culpadas quanto a prática do próprio adultério; que seus seguidores devem ser extremamente comprometidos com a verdade, a ponto de os juramentos tornarem-se desnecessário; que a vingança é maligna; que os inimigos, assim como os amigos e benfeitores, devem receber nosso amor; que destacar os defeitos da vida dos outros, e tentar remodelar a vida destes  de forma intrometida, e tudo isto através de uma atitude de censura, são repreensíveis; que o exercício da piedade como a doação de esmolas, as orações, e o jejum devem ser destituídos de ostentação; que o cristão só pode ter um Senhor.

Muitas passagens notáveis podem ser destacadas neste sermão. Existem as parábolas que falam da luz interior (Mt 6.22,23), e das duas casas (Mt 7.24-27). A oração do Senhor, citada por Mateus, em sua primeira seção trata dos deveres para com Deus, e, na sua segunda, trata dos deveres para com o próximo. O Senhor Jesus preparou este modelo a partir de um contexto judaico, dando um exemplo de como a alma, mesmo com poucas palavras, pode falar com Deus [...].

A “regra áurea” (Mt 7.12) foi assim chamada no século XVIII por Richard Godfrey e Isaac Watts. Willian Dean Howells em seu romance Silas Lapham (1985) usou esta frase que agora nos é familiar. Este princípio de reciprocidade, que de acordo com Wesley é recomendado pela própria consciência humana, tornou-se a base do sistema ético de John Stuart Mill. Este princípio também é refletido na afirmação de Kant de que a pessoa deve agir como se sua regra de conduta estivesse destinada – pela força de sua vontade – a se tornar uma lei universal da natureza. A diferença entre a ordem categórica de Kant e a “regra áurea” de Cristo é que a ordem de Kant não tem conteúdo, enquanto Cristo resume o conteúdo da segunda tábua da lei moral de Deus. O Senhor Jesus Cristo exemplificou a “regra áurea” na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25ss.). 

Texto extraído do: “Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SEXTA DIA 29-07-2011 DIA DO MOTOCICLISTA







Foi realizada na ilha de Itamaracá, o encontro de motociclistas, um grande evento que teve a nossa participação junto com os colaboradores, motociclistas de todo o pais, fazemos muitos amigos e conhecendo mais o povo deste grande Brasil.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

SEXTA DIA 15-07-2011 LIÇÃO DOMINICAL


Lição 03 - A vida do novo convertido

Se começar com o pecado e julgamento...



Texto Bíblico: 2 Coríntios 5.17; Tito 2.11-13; 3.3-8

INTRODUÇÃO

I. O NOVO CONVERTIDO É UMA NOVA CRIATURA
II. O PASSADO SE FOI E EIS QUE TUDO É NOVO
III. QUANDO ESTAMOS EM CRISTO


VASOS DE BARRO

Se começar com o pecado e julgamento [na apresentação da mensagem do Evangelho aos homens] é historicamente o desequilíbrio mais típico entre os protestantes, também é possível inclinar-se à direção oposta. Certos grupos cristãos dão mais importância à redenção que à queda, desembocando na doutrina da perfeição ou santidade cristã – a ideia de que podemos nos tornar completamente santos nesta vida. Por exemplo, uma doutrina central na tradição metodista e nazarena [Igreja dos Nazarenos] é a “santificação inteira”. Este ensino diz que podemos nos tornar de todo santos ou ser livres do pecado nesta vida, sem ter de esperar a vida eterna. Estas igrejas defendem que os crentes são “livres do pecado original, ou depravação, levados a um estado de total devotamento a Deus e aperfeiçoados na santa obediência de amor” (segundo as palavras dos artigos de fé da Igreja dos Nazarenos).

O erro aqui consiste em defender que a redenção supera por completo a queda nesta vida. A Bíblia ensina que o pecado será totalmente vencido com a volta de Cristo. Na cruz, Cristo derrotou o pecado e Satanás, e ganhou a vitória decisiva; contudo, grande parte do mundo permanece sob o poder do Inimigo até que Jesus volte como Rei conquistador. Precisamos unir ambas as verdades em equilíbrio apropriado. Quando os fariseus perguntaram a Jesus quando o Reino viria, Ele respondeu: “O Reino de Deus está entre vós” (Lc 17.21). Ele também instruiu os discípulos a orar: “Venha o teu Reino”, e ensinou que a vinda do Reino ainda não se cumpriu de forma plena. Entre a primeira e a segunda vinda de Cristo, temos de equilibrar os aspectos “já” e “ainda não” desta fase interina.

Imagine o mundo como território de Deus por direito de criação. Por causa da queda, foi invadido e ocupado por Satanás e seus subornados que em todo tempo empreendem guerra contra o povo de Deus. No ponto decisivo central da história, o próprio Deus, a primeira pessoa da trindade, entra no mundo na pessoa de Jesus Cristo e, por sua ressurreição, desfere em Satanás um golpe mortal. O inimigo foi fatalmente ferido; o resultado da guerra é certo; contudo, o território ocupado ainda não foi desocupado. Hoje, há um período em que o povo de Deus é chamado para participar na batalha subsequente, repelindo o Adversário e recuperando o território para Deus. Este é o período em que vivemos – entre a ressurreição de Cristo e a vitória final sobre o pecado e Satanás. Nossa chamada é aplicar à nossa vida e ao nosso mundo a obra consumada de Cristo na cruz, sem esperar resultados perfeitos até que Ele venha.

Isso não desculpa para nos acomodarmos. Ainda temos de nos esforçar para desenvolver um caráter de tamanha qualidade que as pessoas vejam a diferença entre os remidos e não-remidos. Nossa vida deve mostrar uma dimensão sobrenatural que os não-crentes não possam explicar satisfatoriamente em termos de talento ou energia apenas natural.

Paulo expressou o equilíbrio apropriado quando disse que temos um tesouro espiritual poderoso, mas que é guardado em vasos de barro frágeis e quebráveis (2 Co 4.7). Neste lado do céu, devemos nos empenhar em viver com todos os três elementos em equilíbrio: reconhecendo a bondade criada do mundo de Deus (criação), lutando contra a corrupção contínua do pecado e da ruína (queda) e trabalhando para a cura da criação e restauração dos propósitos de Deus (redenção).   

sábado, 9 de julho de 2011

SÁBADO DIA 09-07-2011 Provas do vestibular 2011.2

UFPE

Provas do vestibular 2011.2 da UFPE ocorrem domingo e segunda

Os 3.893 candidatos enfrentam uma concorrência de 12,5 feras para cada uma das 310 vagas disponíveis para o Centro de Tecnologia e Geociências (CTG)

Da Redação do pe360graus.com
 As provas do Vestibular 2011.2 da UFPE terão início no próximo domingo (10) e terminarão na segunda-feira (11). Os 3.893 candidatos enfrentam uma concorrência de 12,5 feras para cada uma das 310 vagas disponíveis para o Centro de Tecnologia e Geociências (CTG).

As provas serão realizadas no Recife e em Caruaru. Na capital pernambucana, os feras serão agrupados em três prédios da UFPE: CCSA (com 1.787 candidatos), CAC (1.238) e CTG (583). Em Caruaru, a própria unidade acadêmica da UFPE será utilizada para a realização dos testes dos 285 candidatos inscritos.

O vestibular está organizado em duas etapas. A primeira etapa será composta pelas provas objetivas do Enem 2010 (já realizado em outubro do ano passado). As provas deste fim de semana compõem a segunda etapa.

No domingo, os candidatos farão os testes de Química e Português 1. No segundo dia serão aplicadas as provas de Matemática e Física. A prova de Português 1 compreenderá duas questões discursivas e uma redação. A redação será aquela que o candidato realizou durante o Enem 2010.

As demais provas conterão 16 questões escritas/objetivas de proposição múltipla (V ou F) e/ou numéricas. O listão dos classificados deverá ser divulgado até o dia 25 de julho de 2011.

FONTE : SITE PE 360 GRAUS..

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