segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ENEM QUE O GOVERNO ESTA MONTANDO MAIS UM ESQUEMA DE ROUBO


SERA QUE TODOS ESTÃO FORA DO MUNDO..

Você sabe para onde vai o dinheiro do enem??

Pra que serve o enem????

sabia que estão querendo subistituir o vestibular pelo esta coisa?????

sabia que estão procurando mais outro jeito de tirar mais dinheiro do povo??????

Você sabia que só pode usar os convênios do governo para universidades aquele que fazem o ENEM e ai??????????

Onde esta a verdade??????

Qual é a saida????????

 

E ai enem........

E (estupida coisa)

N (nem sempre você consegue)

E (erraram no contesto de ensinamento nacional)

 M (mera coincidência )

Em seis horas, 300 mil se inscrevem no Enem 2011

sábado, 29 de outubro de 2011

HONDA MOTOS

SÓ QUEM É INTELIGENTE É QUE COMPRA NO CONSÓCIO HONDA MOTOS

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SEGUNDA DIA 17/10/2011 OLHA PARA ISSO, NÃO VAI DAR CERTO!!!!!! LOGO,LOGO...

No Brasil, Silvio Santos é mais admirado que Jesus, diz pesquisa


De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto inglês Future Poll, para a Johnnie Walker, o apresentador Silvio Santos, 80 anos, é a personalidade mais admirada pelos brasileiros, à frente de Jesus Cristo.

O chefão do SBT, que apresenta o "Programa Silvio Santos", superou ainda o empresário Bill Gates (segunda posição), o ex-presidente Lula (terceira) e a atriz Angelina Jolie (quarta). Jesus aparece em quinto lugar, seguido pelo empresário Eike Batista, o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, o ex-jogador Ronaldo, o líder pacifista indiano Gandhi e Pelé.

Para a pesquisa, foram ouvidos mil homens e mulheres entre 25 a 45 anos. O estudo também apontou que 68% dos entrevistados não acredita que ser bem-sucedido na vida está diretamente ligado a acumular uma fortuna.

Além disso, o Brasil é o que mais valoriza a inteligência entre todos os países pesquisados, com uma média de 80% dos entrevistados,  ante 67% do restante. Ainda de acordo com a pesquisa, 64% acreditam que é importante que os precursores de qualquer campo sejam inovadores.

FONTE :yahoo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

CONSÓRCIO HONDA




 INFORMAÇÕES: LIGUE JÁ (81) 8843-7452 / 9123-2609



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sábado, 20 de agosto de 2011

SÁBADO DIA 20-08-2011 LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 08 - Igreja - Agente transformador da sociedade

Três vezes Jonas é chamado para ir a Nínive, que...



Texto Bíblico: Marcos 2.13-17; Atos 2.37-41

INTRODUÇÃO

I. Igreja e sociedade
II. A igreja e a proteção social
III. A igreja e a assistência à sociedade


“A Urbanização do Evangelho"

Três vezes Jonas é chamado para ir a Nínive, que Deus continua chamando de “grande cidade” (1.1; 3.2; 4.11). Deus apresenta, diante de Jonas, a dimensão da cidade. Em Jonas 4.11, Ele diz: ‘e não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda (...)?’ O raciocínio de Deus é bastante transparente. As grandes cidades são gigantescos armazéns de pessoas perdidas espiritualmente. Como você pode não se sentir atraído a elas? Certa vez, tive um amigo que usou este rígido argumento teológico comigo: ‘As cidades são lugares onde existem mais pessoas do que plantas, e o campo é o lugar onde existem mais plantas do que pessoas. Uma vez que Deus ama as pessoas muito mais do que as plantas, deve amar a cidade mais do que o campo’. Esse é exatamente o tipo de lógica que Deus está usando com Jonas. Os cristãos e as igrejas, naturalmente, precisam estar onde houver pessoas! E não existe um versículo sequer na Bíblia que diga que os cristãos devem habitar nas cidades. Mas, de modo geral, as cidades são desproporcionalmente importantes com respeito à cultura. É para lá que os pobres se congregam frequentemente. É lá que os estudantes, os artistas e os jovens criativos se reúnem. Conforme estão as cidades, assim está a sociedade. No entanto, os cristãos estão sub-representados nas cidades por todos os tipos de motivos.

Muitos cristãos de hoje em dia perguntam: ‘O que podemos fazer com uma cultura que se embrutece?’ Alguns se voltam para a política. Outros reagem contrariamente a isso, dizendo que ‘a igreja simplesmente deve ser ela mesma’, como uma testemunha da cultura, e aconteça o que tiver que acontecer. Em seu livro Two Cities, Two Loves, (Duas cidades, Dois Amores), James Boice afirma que até que os cristãos estejam dispostos a simplesmente viver e trabalhar nas grandes cidades, pelo menos nas mesmas proporções que os outros grupos, devemos parar de reclamar que estamos ‘perdendo a cultura’ (BOICE, James Montgomery, p.165ss).

Enquanto a cidadezinha era ideal para os povos pré-modernos e o subúrbio era formidável para os povos modernos, a cidade grande é amada pelos povos pós-modernos com toda a sua diversidade, criatividade e dificuldades de administração. Jamais alcançaremos o mundo pós-moderno com o evangelho se não o urbanizarmos e não criarmos versões urbanas de comunidades do evangelho [...].

Com que essas comunidades urbanas deveriam parecer? David Brooks escreveu sobre “Bobos”, que combinaram o materialismo tosco da burguesia com o relativismo moral dos boêmios. Eu proporia que os cristãos urbanos fossem “bobos reversos”, combinando não os piores aspectos, mas os melhores desses dois grupos. Praticando o evangelho bíblico na cidade, eles combinariam a criatividade, o amor pela diversidade e a paixão pela justiça (dos antigos boêmios) com a seriedade moral e a orientação familiar da burguesia” (PIPER, John; TAYLOR, Justin. A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-Moderno. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.122,123).    

sábado, 6 de agosto de 2011

SÁBADO DIA 06-08-2011 LIÇÃOM DA ESCOLA DOMINICAL


Lição 06 - A eficácia do testemunho cristão

O Sermão começa com as Beatitudes...



Texto Bíblico: Mateus 5.13-16; Romanos 12.1,2

Introdução

I. O cristão como sal da terra
II. O cristão como luz do mundo
III. O testemunho do crente



SERMÃO DO MONTE

As passagens em Mateus 5.1 – 7.29 e Lucas 6.20 – 7.1 receberam esta designação desde o início do século IV d.C., dada por Agostinho em seu comentário (De Sermone domini in monte). O discurso foi feito em alguma colina, provavelmente no planalto elevado da Galileia. Uma tradição do século XIII considera o episódio como ocorrido em um local conhecido como “chifres de Hattin”. A importância do prefácio consiste na expressão “vendo a multidão”. Percy C. Ainsworth observa: “O grande comentário sobre o Sermão do Monte é a vida – a vida como todos nós devemos viver – o pão cotidiano, a simples comunhão, a fadiga trazida pelo próximo, e as lágrimas”.

O Sermão começa com as Beatitudes (Mt 5.3-12) nas quais o Senhor Jesus mostra que conhece bem o significado da vida e como ela deve ser vivida, mostrando que a resposta para a busca universal pela felicidade só pode ser encontrada à medida que os homens se identificarem com o reino de Deus [...].

Neste sermão – que Lord Acton definiu como a verdadeira revelação de uma sociedade moralmente nova – o Senhor Jesus contrasta ideias espirituais que sustentam a conduta moral adequada, com as exigências meramente exteriores da lei. Ele ensina que a ira que traz como fruto o assassinato é errada; que a reconciliação com um irmão é mais essencial do que o desempenho de atos exteriores de adoração; que o cultivo de pensamentos lascivos tornam as pessoas tão culpadas quanto a prática do próprio adultério; que seus seguidores devem ser extremamente comprometidos com a verdade, a ponto de os juramentos tornarem-se desnecessário; que a vingança é maligna; que os inimigos, assim como os amigos e benfeitores, devem receber nosso amor; que destacar os defeitos da vida dos outros, e tentar remodelar a vida destes  de forma intrometida, e tudo isto através de uma atitude de censura, são repreensíveis; que o exercício da piedade como a doação de esmolas, as orações, e o jejum devem ser destituídos de ostentação; que o cristão só pode ter um Senhor.

Muitas passagens notáveis podem ser destacadas neste sermão. Existem as parábolas que falam da luz interior (Mt 6.22,23), e das duas casas (Mt 7.24-27). A oração do Senhor, citada por Mateus, em sua primeira seção trata dos deveres para com Deus, e, na sua segunda, trata dos deveres para com o próximo. O Senhor Jesus preparou este modelo a partir de um contexto judaico, dando um exemplo de como a alma, mesmo com poucas palavras, pode falar com Deus [...].

A “regra áurea” (Mt 7.12) foi assim chamada no século XVIII por Richard Godfrey e Isaac Watts. Willian Dean Howells em seu romance Silas Lapham (1985) usou esta frase que agora nos é familiar. Este princípio de reciprocidade, que de acordo com Wesley é recomendado pela própria consciência humana, tornou-se a base do sistema ético de John Stuart Mill. Este princípio também é refletido na afirmação de Kant de que a pessoa deve agir como se sua regra de conduta estivesse destinada – pela força de sua vontade – a se tornar uma lei universal da natureza. A diferença entre a ordem categórica de Kant e a “regra áurea” de Cristo é que a ordem de Kant não tem conteúdo, enquanto Cristo resume o conteúdo da segunda tábua da lei moral de Deus. O Senhor Jesus Cristo exemplificou a “regra áurea” na parábola do Bom Samaritano (Lc 10.25ss.). 

Texto extraído do:Dicionário Bíblico Wycliffe”, editado pela CPAD.

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