sexta-feira, 11 de maio de 2012

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domingo, 6 de maio de 2012

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

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domingo, 22 de abril de 2012

EBD LIÇÃO DA ESCOLA DOMINICAL


A expressão “sinagoga de Satanás” (2.9; 3.9) é intrigante...



INTRODUÇÃO
 
I. ESMIRNA, UMA IGREJA MÁRTIR
II. APRESENTAÇÃO DO MISSIVISTA
III. AS CONDIÇÕES DA IGREJA EM ESMIRNA
 
CONCLUSÃO
 
As Sinagogas de Satanás (2.9)
 
A expressão “sinagoga de Satanás” (2.9; 3.9) é intrigante. O livro de Apocalipse não é, em geral, anti-semítico; antes, pinta um quadro do reino de Deus onde se encontram judeus e gentios. Aqueles vinte e quatro anciãos, dispostos ao redor do trono (4.4,10; 11.16; 19.4), representam provavelmente doze anciãos da Igreja e doze anciãos de Israel [...].
 
A arquitetura da Nova Jerusalém também é muito significativa, pois tem doze portas onde estão escritos os nomes das tribos de Israel (21.12) e doze alicerces com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro (v.14). Tanto judeus como gentios adoram a Deus no céu (7.1-17). De fato, os 144.000 judeus foram escolhidos para receber privilégios especiais: serão os constantes companheiros do Cordeiro (14.1-5).
 
Por que, então, esse livro usa uma linguagem tão ríspida para descrever as sinagogas de Esmirna e Filadélfia? Embora não tenhamos certeza, sabemos, no entanto, que nos primeiros anos os processos legais dos romanos contra os cristãos eram muitas vezes iniciados pelos judeus. Se aqui o problema específico era a adoração ao imperador romano, sem dúvida os cristãos esperavam que a comunidade judaica os apoiasse. Seria possível que os judeus dessas duas cidades tivessem encontrado alguma razão técnica que permitisse que participassem dessa manifestação, enfraquecendo os cristãos em sua atitude de rejeição?
 
É de se notar que esses grupos de judeus haviam sido acusados apenas de caluniar (2.9) e mentir (3.9) a respeito das igrejas. Isso se torna bastante significativo quando analisamos a descrição dos 144.000 judeus justos: “E na sua boca não se achou engano” (14.5) e eles “não estão contaminados com mulheres” (v.4).
 
De certa forma, esses judeus são o oposto dos judeus de Esmirna e Filadélfia; será que essa afirmação está implicando que os membros dessas sinagogas também participavam da imoralidade sexual? Será que essa “contaminação” ocorre dentro de algum contexto ritualístico, talvez até na adoração ao imperador romano? Não existe, simplesmente, qualquer prova que nos permita fazer um julgamento a esse respeito. 
Mas podemos estar certos de uma coisa: Deus não discrimina conforme a raça, o gênero ou a etnia (Jl 2.28,32; At 2.17,18,21; Gl 3.28). O autor do Apocalipse não condena os judeus de Esmirna e Filadélfia simplesmente por serem judeus, mas pelos seus atos imorais. Na verdade, as duas sinagogas parecem ter sido exceções, pois nenhuma das outras cinco cartas menciona esse problema.


Texto extraído do “Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento”, editado pela CPAD.
Você pode:
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sábado, 14 de abril de 2012

DIA 14-04-2012 LIÇÃO DA EBD

Lição 03 - Éfeso, a Igreja do amor esquecido

A primeira carta do Apocalipse está dirigida...



INTRODUÇÃO

I. ÉFESO, UMA IGREJA SINGULAR
II. O PROBLEMA DE ÉFESO
III. VOLTANDO AO PRIMEIRO AMOR


CONCLUSÃO

A Carta à Igreja em Éfeso (2.1-7)

A primeira carta do Apocalipse está dirigida à congregação que se reunia no porto de Éfeso (cf. At 18.18; 19.41). Lar de Priscila e Áquila (18.27), essa cidade foi provavelmente o lugar aonde chegou o portador do livro de Apocalipse. Paulo e Apolo também haviam ajudado a estabelecer a Igreja nesse local. O ministério de Paulo havia sido particularmente acompanhado pelo que Lucas chama de “maravilhas extraordinárias” (19.11). A comunidade cristã local também estava enfrentando uma terrível oposição, liderada pela associação dos ourives, cujos membros eram artífices das lucrativas imagens de Ártemis (a mesma deusa Diana) (19.23-40; cf. 2 Tm 4.14-17). Paulo havia deixado a cidade pouco antes da rebelião que ali se instalou, instigada por esse grupo de artesãos.

Essa carta descreve Jesus como alguém que “caminha entre” suas igrejas e “segura” seus pastores em sua mão direita (2.1b; cf. 1.12,20). Assim, Ele está, ao mesmo tempo, presente e dando apoio aos seus servos. Essa imagem faz a ligação entre a primeira carta e a visão do capítulo anterior (1.12ss.), talvez de uma forma positiva, tendo também em vista a importante indústria de metais preciosos de Éfeso (At 19.23-40).

Jesus ordena à igreja de Éfeso que adote uma posição firme contra os falsos apóstolos (v.2,6). O mal-entendido anterior de Apolo, a respeito do batismo cristão (At 18.25,26; 19.1-3), prognosticava o problema que Éfeso enfrentaria com os falsos mestres e seus ensinos (Ap 2.2; cf. Ef 4.21; 1 Tm 1.3; 2 Tm 3.1-9; 4.3,4). Em suas cartas, Paulo menciona especificamente três diferentes falsas doutrinas: a proibição do casamento (1 Tm 4.3); a proibição da ingestão de certos alimentos (4.3) e o ensino de que a ressurreição corpórea já havia acontecido (2 Tm 2.18). Aparentemente, a igreja local havia resistido a esses ensinos e também aos nicolaístas [...].

Infelizmente, a igreja de Éfeso não agiu bem nas áreas de seu comportamento e paixão por Cristo (v. 4,5). Seus primeiros anos foram caracterizados por milagres e por um grande crescimento (At 19.11-20), mas dessa época em diante ela havia “descido” desse nível (Ap 2.5). Ainda faziam sacrifícios pelo reino de Deus e trabalhavam diligentemente (v.3), mas seu fervor já não era o mesmo (v.4). A igreja estava condenada – a não ser que se arrependesse e voltasse às primeiras obras que haviam-na tornado tão grande (v.5).

Essa carta indica que uma correta doutrina não é suficiente para fazer uma igreja se tornar forte, nem mesmo quando seus membros desempenham um grande trabalho. Um passado glorioso não é a garantia de um futuro brilhante. Grandes igrejas nascem de uma grande paixão por Jesus Cristo (por exemplo, Sl 42.1; Lc 24.32). Nesse clima, o evangelho é proclamado (At 19.10), os doentes são curados e os demônios são expulsos (v.12). Os pecados são confessados (v.18) e o mal é vencido (v.19). Resumindo, o reino de Deus se manifesta através de seu poder.

Texto extraído do “Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento”, editado pela CPAD

sábado, 10 de março de 2012

Sádo dia 10-03-2012 EBD Ecola Biblica Dominical


Lição 11 - Como alcançar a verdadeira prosperidade

Eu gosto dele. Ele era um homem...



Texto Bíblico: 1 Crônicas 29.10-18

INTRODUÇÃO

I. CONFIANÇA NA SUFIÊNCIA DE DEUS 
II. DEDICANDO-SE AO TRABALHO
III. USANDO O DINHEIRO CONSCIENTEMENTE


NEEMIAS: UMA INSPIRAÇÃO PARA O TRABALHO

POR  J. I. Packer

“Eu gosto dele. Ele era um homem de construção”, confidenciou-me o velho construtor texano. Alegrei-me ao ouvi-lo porque, francamente, também gosto de Neemias. Espero que, quando chegar ao céu, possa reconhecê-lo e confessar-lhe isso. O que desejo que ele saiba é que, durante o meio século em que tenho servido a Cristo, ele me tem ajudado muito, talvez mais que qualquer outro personagem bíblico, que não o próprio Senhor Jesus. Quando, aos dezenove anos, comecei a imaginar se Deus me quereria no ministério, foi a experiência de Neemias que me mostrou como se dá a orientação vocacional, e pôs-me no caminho. Quando me encarreguei de um centro de estudo comprometido a neutralizar a teologia liberal, foi Neemias quem me forneceu as ideias de que eu necessitava para comandar um empreendimento de Deus e lidar com a oposição fortificada. 
Quando, depois disso, tornei-me o diretor de uma faculdade teológica, que se achava em apuros financeiros, novamente foi o exemplo de liderança de Neemias que me ensinou como fazer o meu trabalho. Uma vez que podemos falar daquilo que vimos, quando sou convidado a palestrar sobre vocação e/ou liderança, frequentemente levo os meus ouvintes a uma viagem pela história de Neemias. É natural que nos afeiçoemos a alguém a quem tanto devemos, sinto-me profundamente endividado com Neemias. Ninguém deve admirar-se, então, de que eu o considere agora um amigo particular. Tampouco sou eu o único a considerá-lo como tal. Um livro publicado em 1986 começa assim:

Os detalhes de meu primeiro encontro com ele acham-se nublados em minha mente. Deus enviou-o a mim em meus primeiros anos na universidade, a fim de ajudar-me a superar alguns desafios formidáveis. Desde então, ele tem sido uma companhia sempre presente...
Neemias pôs todo o seu ser em seu diário, que foi incorporado ao livro que agora chamamos pelo seu nome. Lendo-o, posso sentir-lhe as batidas do coração, o tremor dos dedos e a aflição de seus gemidos... Que sabedoria a dele! E como ele incutiu em mim as lições básicas de liderança! Não esqueci nenhuma delas, e tenho volvido a ele de tempos em tempos, em busca de reafirmação.
Como estudante de medicina, eu necessitava dele de modo especial. Ele era um líder. E... bem, quer eu o desejasse quer não, tornei-me, em um tempo relativamente curto, o presidente nacional da Bristish Inter-Varsity... Durante esse período, Neemias confortou-me e instruiu-me... Eu escolhi explanar o livro de Neemias na primeira Latin American Fellowship of Evangelical Students... Neemias tornou-se uma espécie de patrono do novo movimento – ou ao menos uma luz orientadora aos jovens alunos de liderança, que enfrentavam a impressionante tarefa de evangelizar um continente...
À medida que as responsabilidades se sucediam, continuei fascinado e instruído pela vida e pelas palavras desse homem de ação. E conforme eu envelhecia, mais dele eu respigava. Era o homem, não o livro, que me prendia... Ele tornou-se o meu modelo de lidernaça.

Quando li pela primeira vez essas palavras de John White, ri sonoramente, daquele jeito que às vezes não podemos evitar, face às coisas deleitáveis que Deus faz. John White e eu somos quase contemporâneos e temos muita coisa em comum: uma formação Bristish Inter-Varsity; genes britânicos unidos pela cidadania canadense; uma teologia evangélica, uma compulsão pastoral e uma vocação literária; e um lar na Lower Mainland of Bristish Columbia. Não obstante, até 1986, eu não sabia que partilhávamos um relacionamento paralelo a Neemias. Contudo, os parágrafos citados contêm palavras que parecem extraídas do meu coração. Fico imaginando quantos mais têm sido mentoreados por Neemias.

Texto extraído da obra “NEEMIAS: Paixão Pela Fidelidade”, editada pela CPAD.

Quem sou eu